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                 Notícias Importantes


Consumo de gás em SP cai 16,2% em 2016 por menor demanda industrial e de térmicas (Reuters 07/02)

O consumo de gás canalizado de São Paulo caiu 16,2 por cento em 2016 ante o ano anterior, devido à retração da demanda industrial e de usinas termelétricas, registrando seu terceiro recuo anual consecutivo, segundo pesquisa publicada nesta quarta-feira pela Secretaria Estadual de Energia e Mineração.
Foram utilizados, durante todo o ano passado, 5,03 bilhões de metros cúbicos (m³), contra 6 bilhões de m³ em 2015.
O setor industrial, responsável por 72,9 por cento do consumo de gás no Estado, utilizou 3,8 bilhões de m³, indicando um decréscimo de 7,5 por cento em relação ao ano anterior.
"O gás canalizado é uma das principais fontes de energia para a indústria e São Paulo é o Estado mais industrializado do país. A redução de 313 milhões de metros cúbicos no consumo anual de gás desse setor reflete exatamente a desaceleração da economia nacional em 2016", disse em nota o secretário de Energia e Mineração de São Paulo, João Carlos Meirelles.
O secretário explicou ainda que o período chuvoso do ano passado encheu os reservatórios de usinas hidrelétricas, fazendo com que termelétricas fossem desligadas e reduzissem o consumo de gás em 676 mil m³ ante o ano anterior.
Em contrapartida, o consumo dos setores residencial e comercial subiu em 2016 em relação a 2015, com crescimento de 15,4 por cento nas residências e 5,6 por cento no comércio, enquanto o consumo de gás natural veicular (GNV) ficou praticamente estável, com alta de 0,4 por cento no ano.
Em dezembro, o consumo total de gás no Estado caiu 6,3 por cento ante o mesmo mês do ano anterior.

Lucro da GM no quarto trimestre cai por perdas com câmbio (Reuters 07/02)
A General Motors divulgou nesta terça-feira queda no lucro líquido no quarto trimestre em parte explicado por perdas de 500 milhões de dólares com o câmbio, e a montadora prevê lucro por ação estável em 2017.
Às 13h34, a ação da montadora norte-americana recuava 4,5 por cento, com investidores preocupados com os maiores estoques da GM nos EUA
A GM disse que o lucro foi pressionado em 2016 porque a montadora lançou vários modelos de automóveis em um momento em que os consumidores estão se afastando de carros para comprar SUVs.
Os estoques de veículos não vendidos em seus revendedores norte-americanos aumentaram em um terço para 845.000 veículos no final de 2016. O diretor financeiro da GM, Chuck Stevens, disse que a empresa acumulou estoques antes de lançamentos de produtos, e pretende reduzir os estoques durante todo o ano.
O lucro líquido da GM no quarto trimestre caiu para 1,8 bilhão de dólares, ou 1,19 dólar por ação, ante 6,3 bilhões de dólares, ou 3,92 dólares por ação, um ano antes.
Excluindo itens extraordinários, a GM lucrou 2,4 bilhões de dólares, ou 1,28 dólar por ação, no último trimestre, 14 por cento abaixo do ano anterior. O resultado ajustado superou as expectativas dos analistas de 1,17 dólar por ação.
A GM previu lucro ajustado por ação para todo o ano de 2017 de 6,00 a 6,50 dólares por ação, ante 6,12 dólares para todo o ano de 2016.
A maior parte do impacto cambial foi causado pelo declínio do valor da libra esterlina após o Reino Unido votar para deixar a União Europeia, disse GM.

Companhia aérea Azul faz registro para IPO nos Estados Unidos (Reuters 06/02)
A companhia aérea Azul registrou pedido para oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos de até 100 milhões de dólares, de acordo com informações da Securities and Exchange Comission (SEC).
No pedido apresentado ao órgão regulador do mercado de valores mobiliários norte-americano, a Azul informou que planeja usar uma parte dos recursos da oferta para pagar aproximadamente 333 milhões de reais em dívida.

Encomendas industriais fortes indicam forte início de ano para a Alemanha (Reuters 06/02)
A maior demanda doméstica e internacional em dezembro levou ao maior aumento mensal das encomendas à indústria da Alemanha em cerca de dois anos e meio, o que sugere que o primeiro trimestre de 2017 pode estar começando bem.
As encomendas de produtos fabricados na Alemanha aumentaram 5,2 por cento no mês, disse o Ministério da Economia. Essa foi a maior alta desde julho de 2014 e ficou bem acima da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,5 por cento.
A demanda doméstica saltou 6,7 por cento, enquanto as encomendas do exterior aumentaram 3,9 por cento, com uma alta de 10,0 por cento dos pedidos de países da zona do euro.
Os dados, divulgados pelo Ministério da Economia em Berlim nesta segunda-feira, deram indicações de que o crescimento econômico da Alemanha continuará em 2017, apesar das crescentes incertezas políticas que incluem a agenda potencialmente protecionista dos Estados Unidos.
"Um trimestre sensacionalmente forte no setor industrial", disse a economista da Sal. Oppenheim Ulrike Kastens, acrescentando que os números apontam para uma recuperação econômica geral na zona do euro.
"Apesar das incertezas políticas, a economia alemã está mostrando um desenvolvimento mais robusto", disse Kastens, acrescentando que agora espera um crescimento trimestral de cerca de 0,6 por cento no primeiro trimestre, após 0,5 por cento no último trimestre de 2016.
Em sinal de que o consumo privado continuará a impulsionar o crescimento alemão, os salários nominais subiram 2,3 por cento em 2016, segundo dados separados da Agência Federal de Estatística nesta segunda-feira.
Com inflação de 0,5 por cento no ano passado, o crescimento real dos salários foi de 1,8 por cento.

Diesel cai 0,3% nos postos do país; gasolina sobe 0,03%, aponta ANP (Reuters 03/02)
O preço médio do diesel vendido nos postos do Brasil caiu levemente na semana passada, enquanto o valor da gasolina teve ligeira alta, após a Petrobras ter reduzido o valor de ambos os combustíveis vendidos nas refinarias ao fim de janeiro, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nesta sexta-feira.
O diesel caiu 0,3 por cento nesta semana, para 3,112 reais por litro, ante a semana anterior, enquanto a gasolina teve alta de 0,03 por cento, para 3,766 reais por litro.
Os percentuais mostram que a redução de preço aplicada pela Petrobras em 27 de janeiro não chegou aos postos. Na semana passada, o diesel havia subido 0,4 por cento, enquanto a gasolina teve queda de 0,2 por cento.
Em seu último movimento de preços, a Petrobras reduziu o preço do diesel nas refinarias em 5,1 por cento e o da gasolina em 1,4 por cento.
Em janeiro, a Petrobras afirmou que, se o reajuste fosse repassado integralmente aos consumidores, o diesel poderia cair, em média, 2,6 por cento, ou cerca de 0,08 reais por litro, e a gasolina, 0,4 por cento ou 0,02 reais por litro.
A petroleira, entretanto, tem destacado que o impacto do reajuste no preço final ao consumidor depende de decisões de postos de combustíveis e distribuidoras.
O etanol hidratado, concorrente da gasolina nas bombas, por sua vez, teve queda de 0,3 por cento nesta semana, para 2,920 reais por litro.
A Petrobras anunciou em outubro sua nova política de preços de combustíveis, onde ela se comprometeu a avaliar os preços dos derivados vendidos por ela no Brasil às distribuidoras pelo menos uma vez por mês e nunca permitir que eles fiquem abaixo da paridade de importação.
Desde então, a empresa reduziu o preço do diesel três vezes e elevou duas. Já a gasolina teve três quedas e uma alta.


RIOgaleão Cargo torna-se o primeiro terminal das Américas a conquistar certificação internacional (Vitrine 11/01)
O RIOgaleão Cargo é o primeiro aeroporto das Américas a obter o certificado CEIV Pharma (Centre of Excellence for Independent Validators) emitido pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA). O reconhecimento do programa, adotado mundialmente, é resultado de uma série de transformações no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim, com destaque para as melhorias em capacidade, infraestrutura e processos de armazenamento de produtos farmacêuticos, incluindo os que exigem temperatura controlada, e treinamento dos profissionais envolvidos. Os investimentos no RIOgaleão Cargo já ultrapassam R$ 30 milhões desde o início da concessão, em agosto de 2014.

Em cerca de um ano e meio, entre a assinatura do contrato com a IATA e a emissão da certificação, o RIOgaleão Cargo passou por diversas auditorias e treinamentos técnicos que atestaram que o terminal segue as melhores práticas e normas operacionais adotadas no mercado internacional. A garantia de qualidade dos serviços oferecidos e da integridade da cadeia fria, além de redução dos riscos e custos logísticos para os clientes deste setor estratégico, consolida o Aeroporto Internacional Tom Jobim como uma das principais portas de entrada de produtos farmacêuticos na América Latina.
Um dos principais elementos para a posição do RIOgaleão Cargo como importante player logístico na cadeia farmacêutica, e consequentemente para a conquista do CEIV Pharma, foi a abertura do TECA Farma 2, o que possibilitou a triplicação da capacidade de armazenamento de cargas refrigeradas. O Teca Farma 2 ocupa uma área de 11 mil m³ e é totalmente automatizado, tem dois ambientes de diferentes temperaturas (2° a 8° e 16° a 22°), docas climatizadas e é o único no País a contar com um transelevador, que propicia ainda mais agilidade na operação. No total, o Aeroporto Internacional Tom Jobim conta com 17 mil m³ de área de armazenamento com temperatura controlada.
Outras mudanças exigidas pela associação também foram adotadas como a revisão de procedimentos e a readequação de outros itens de infraestrutura. Esse mesmo processo de modernização garantiu ao RIOgaleão Cargo, no início deste ano, a Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) e a Autorização Especial (AE), conferidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que atestam que o terminal de cargas está em conformidade com as melhores práticas do setor e atende às exigências do órgão regulador. A Autorização Especial garante ao terminal o armazenamento de produtos controlados em zona primária.
Hoje, cerca de 22% da receita do Terminal de Cargas (TECA) do RIOgaleão está relacionada à movimentação de cargas farmacêuticas e sob  temperatura controlada – dentre elas, as principais campanhas de vacinação do país, que passam pelo terminal ao longo do ano. Segundo a UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), as imunizações previnem mais de três milhões de mortes infantis, por ano, no mundo todo.
“Quando a cadeia logística movimenta produtos farmacêuticos e sob temperatura controlada, ela não está simplesmente transportando mercadorias: está carregando insumos, medicamentos e vacinas que irão ajudar a salvar vidas, beneficiando milhares de pessoas. A indústria farmacêutica encontra na carga aérea a velocidade e a eficiência de transporte que estes produtos de alto valor e sensíveis às variações de temperatura necessitam. Toda essa operação deve estar em conformidade com as boas práticas desde o início da coleta na origem até ser disponibilizada ao consumidor final. É nesse momento que o RIOgaleão Cargo entra em cena, e a obtenção do CEIV Pharma prova que estamos empenhados em garantir que operamos com os mais altos padrões de qualidade possíveis em nível global. Alcançar essa certificação significa que nossos clientes podem ter confiança de que sua carga será tratada de acordo com as circunstâncias e práticas mais adequadas e recomendadas, em todas as fases do processo”, afirma Patrick Fehring, diretor do RIOgaleão Cargo.
“O transporte aéreo requer, atualmente, capacitações especiais para o manuseio de produtos farmacêuticos. O CEIV Pharma é um programa que procura implementar padrões internacionais de manuseio através da cadeia de suprimentos, endereçando os desafios da cadeia, incluindo as últimas conquistas no transporte de produtos farmacêuticos. O programa é a prova de que a indústria do transporte aéreo está realmente comprometida com os seus desafios e nos sentimos muito orgulhosos da certificação CEIV Pharma do RIOgaleão”, completa Carlos Ebner, diretor da IATA no Brasil.
                                                                   CEIV Pharma (Centre of Excellence for Independent Validators)
O CEIV (Center of Excellence for Independant Validators) Pharma é um programa de certificação global padronizado, que treina e realiza avaliações para garantir o conhecimento necessário para o transporte de produtos farmacêuticos de cadeia fria. O objetivo da obtenção deste certificado é garantir que o armazenamento e o transporte de produtos da indústria farmacêutica estejam em conformidade com as melhores práticas e normas operacionais adotadas no mercado internacional, garantindo ainda mais qualidade aos serviços oferecidos e à integridade da cadeia fria, além de reduzir os riscos e custos logísticos para os clientes deste setor estratégico.
O RIOgaleão foi o primeiro aeroporto da América Latina a firmar contrato com a IATA para a obtenção do certificado e participa, desde abril de 2015, do programa adotado mundialmente, que consiste em auditorias e treinamentos técnicos no terminal de cargas. 
                                                                                       Sobre o RIOgaleão Cargo
O RIOgaleão Cargo, terminal de cargas da concessionária, que tem a Odebrecht TransPort, Changi e Infraero como sócias, receberá investimentos da ordem de R$ 30 milhões até 2016 para realização de melhorias no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim. Com a implantação do programa de investimentos, em agosto de 2014, foram iniciadas as reformas dos terminais, galpões e escritórios, além da aquisição de novos equipamentos e adoção de novos processos e procedimentos na armazenagem e movimentação das cargas. Desde o início da operação, o terminal conseguiu uma redução de 40% no tempo médio de liberação de cargas, um ganho de extremo benefício para os clientes do aeroporto. O RIOgaleão Cargo é uma plataforma logística multimodal e de localização estratégica. O terminal de cargas, que está situado há 17 km do Porto do Rio de Janeiro e conectado às principais rodovias do Brasil, conta com uma pista de 4 mil metros – a mais longa do Brasil – e nove posições dedicadas a cargueiros, que podem operar 24 horas por dia, sem restrições de capacidade ou de horário para pousos.
                                                                                             Sobre o RIOgaleão
O RIOgaleão é formado pela Odebrecht TransPort, Changi Airports International e Infraero. A concessionária assumiu a administração e operação do aeroporto, em agosto de 2014, com contrato de concessão de 25 anos. Até o fim desse período, o RIOgaleão investirá R$ 5,2 bilhões no aeroporto – destes, cerca de R$ 2 bilhões foram investidos até as Olimpíadas. As obras do aeroporto foram conduzidas por um consórcio liderado pela Odebrecht. A Changi Airports International traz para o RIOgaleão sua experiência em operações aeroportuárias. A empresa é responsável pela operação e gestão de Singapore Changi Airport, o aeroporto mais premiado do mundo. As duas empresas se uniram para transformar o Aeroporto Internacional Tom Jobim em uma icônica porta de entrada para a América Latina.

Iata prevê lucro líquido de cias aéreas 16% menor em 2017, 1a queda em seis anos (Reuters 08/12)
As empresas aéreas devem reportar lucros menores pela primeira vez em seis anos em 2017, com gastos maiores com combustível e obrigações trabalhistas em um cenário de demanda mais fraca, informou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês).
A associação, que representa 265 companhias responsáveis por 83 por cento do tráfego aéreo global, prevê que o lucro líquido do setor recue 16 por cento no próximo ano, para 29,8 bilhões de dólares, devido principalmente à alta dos preços do petróleo. Ainda segundo o órgão, as empresas aéreas norte-americanas devem responder por 18,1 bilhões de dólares do total projetado para 2017.
A Iata também cortou a projeção do lucro líquido deste ano para 35,6 bilhões de dólares, o que ainda significa uma máxima recorde, embora abaixo dos 39,4 bilhões de dólares estimados anteriormente.
A expectativa é de que o retorno sobre capital investido recue dos atuais 9,4 por cento para 7,9 por cento no próximo ano. Ainda assim, o índice deve superar o custo de capital em 2017 pelo terceiro ano consecutivo.
Coletivamente, a primeira vez em que o setor conseguiu gerar retorno superior ao custo de capital foi em 2015.
Para Brian Pearce, economista-chefe da Iata, as empresas aéreas reconheceram a necessidade de gerar mais retorno aos investidores, com medidas para usar as aeronaves com mais frequência e maiores índices de ocupação para aumentar a lucratividade.
"Não se trata mais de participação de mercado, mas de como usamos nossos assentos e entregamos um bom retorno sobre o capital investido. É algo que ficará com a indústria e deve impulsionar o desempenho financeiro do setor", explicou Pearce.
                                                                                            CONTRATEMPOS
Após dois anos de fortes resultados, as empresas aéreas se depararam com um cenário mais difícil na segunda metade de 2016. Ataques em aeroportos de populares destinos turísticos na África do Norte e na Europa afetaram a demanda por algumas rotas.
A corrida para aproveitar os preços mais baixos do petróleo, oferecer mais assentos e ganhar clientes também colocou os preços das passagens sob pressão, ameaçando as margens de lucro, especialmente dada a expectativa de recuperação das cotações da commodity.
O retorno médio das tarifas deve cair em quase 11 por cento neste ano, para 363 dólares, ante 407 dólares em 2015, segundo a associação. Em 2017, o valor das passagens deve encolher mais 3 por cento, para 351 dólares, de acordo com a Iata.
Além disso, despesas com encargos trabalhistas também subiram neste ano e devem crescer 1,3 por cento no próximo ano, enquanto a receita por unidade de capacidade seguirá pressionada, completou Pearce.
Na semana passada, a Delta Air Lines cortou a projeção de lucro após concordar com um reajuste salarial de 30 por cento para os pilotos até 2019. No começo do ano, a United Continental concedeu 19 por cento de aumento. Na Europa, os pilotos da Lufthansa entraram em greve para reivindicar reajustes.

Latam Airlines adia aumento de capital para entrada de Qatar à espera de aval do Cade (Reuters 16/11)

A Latam Airlines LAN.SN informou que vai adiar um anunciado aumento de capital para permitir o ingresso da asiática Qatar Airways na empresa, enquanto aguarda o pronunciamento do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre a operação.
A empresa, produto da fusão entre a LAN e a TAM, comunicou em outubro o órgão regulador chileno das novas ações, incluindo a capitalização de 613 milhões de dólares que daria à Qatar participação na maior empresa de aviação comercial da América Latina.
"A companhia optou por adiar a operação enquanto estiver pendente a decisão da autoridade de concorrência brasileira (Cade) em relação à entrada da Qatar Airways na empresa", informou a Latam em comunicado à Bolsa de Comércio de Santiago.
Contudo, a empresa esclareceu que, com base nos elementos à disposição, a "resolução deve ser divulgada nos próximos dias".
O plano original da Latam era concretizar a primeira fase da operação no mês de novembro.
Em meados de julho, a companhia anunciou acordo para a Qatar adquirir participação de 10 por cento na Latam por meio da emissão de novas ações a um preço de 10 dólares por papel. Desde o anúncio, as ações da empresa dispararam pouco mais de 30 por cento para se aproximarem do preço de subscrição.
O prazo inicialmente estipulado para o aumento de capital era de 22 de novembro a 21 de dezembro.

CCR descarta devolver concessão do aeroporto de Confins (Reuters 28/10)

Apesar da dificuldade para obter recursos prometidos pelo BNDES, a CCR não cogita devolver a concessão do terminal aéreo Confins, em Belo Horizonte, disse o vice-presidente da empresa José Ciofi.
A CCR compõe o consórcio BH Airport, ao lado de Zurich Airport e Infraero. O grupo venceu a disputa pela concessão do terminal em 2013.
Segundo o executivo, alguns empréstimos prometidos pelo banco ainda não se viabilizaram. Além disso, os sócios privados assumiram investimentos na expansão e melhora do terminal que não estavam planejados e que eram obrigação da Infraero. E os que aconteceram são menores do que o previsto, para o terminal e para rodovias administradas pela empresa.
"Não culpo o BNDES, que está se adequando a realidade do país", disse ele. "Estamos conversando com a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para ver se a gente consegue ajustar contratos pela via do reequilíbrio mesmo", adicionou.
O governo federal trabalha numa Medida Provisória para o reequilíbrio econômico financeiro de algumas concessões, antigas e futuras. A MP prevê extender o prazo da concessão ou até mesmo forçar a devolução da concessão.
"Enquanto não sai o reequilíbrio, estamos aportando recursos", disse Ciofi.

Setor de biodiesel busca apoio no governo para investimentos de R$22 bi até 2030 (Reuters 06/10)

Representantes da indústria de biodiesel apresentaram nesta quinta-feira ao governo federal diversas sugestões para fomentar o segmento e aumentar a produção para 18 bilhões de litros até 2030, ante os 4 bilhões de litros produzidos em 2015, com potencial de gerar investimentos de 22 bilhões de reais no período, apenas no processamento do combustível e no esmagamento de soja.
O diretor-superintendente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), Donizete Tokarski, disse à Reuters que um documento reunindo as sugestões foi elaborado a partir de um chamado do Ministério de Minas e Energia, que queria ouvir as ideias do setor para o futuro.
"É uma atitude extremamente positiva que o Ministério de Minas e Energia adotou, foi o secretário (de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis), Márcio Félix, que nos chamou e pediu para que nós elaborássemos isso para que o ministério possa tomar atitudes", afirmou Tokarski.
O documento, obtido pela Reuters com exclusividade, foi elaborado pela Ubrabio, em conjunto com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e a Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio).
Para atingir a produção de 18 bilhões de litros em 2030, Tokarski conta com medidas de incentivo do governo para a indústria de soja, principal matéria-prima do combustível renovável, e com o crescimento progressivo do consumo.
A expectativa é que até 2030 seja obrigatória a mistura de, no mínimo, 20 por cento de biodiesel no diesel comum, permitindo que a participação do combustível renovável na matriz energética atinja 3,5 por cento em 2030, ante 1,2 por cento hoje.
Atualmente, uma lei prevê o aumento gradual da mistura de biodiesel no diesel, passando dos atuais 7 por cento para 8 por cento em março de 2017, aumentando um ponto porcentual ao ano até chegar a 10 por cento em 2019.
O setor espera que o governo adote políticas de promoção e industrialização da soja, para que possa ampliar competitividade internacional de seus produtos, sobretudo do farelo. 
O documento apresentado pelas entidades ao governo estima que a produção de soja chegará, em 2030, a 165 milhões de toneladas, ocupando 44,6 milhões de hectares, ante até 104 milhões de toneladas projetadas para a safra 2016/17.
"Isso proporcionará uma manutenção de exportação da soja em grãos nos patamares que nós temos hoje e, de agora para frente, a destinação principal do aumento da produção seria para o esmagamento interno, consequentemente agregando valor aos produtos nacionais", afirmou o executivo.
Considerando a meta de 65 por cento de processamento interno da safra em 2030, o documento apontou que o Brasil produzirá 84,7 milhões de toneladas de farelo, ante 31,1 milhões projetados para 2017, e 19,9 milhões de toneladas de óleo de soja, ante 8,1 milhões previstos para o ano que vem pela Abiove.
Entretanto, o desenvolvimento de outras matérias-primas, como óleo de palma, também são importantes, na avaliação de Tokarski. Segundo ele, a ideia é que a soja tenha a mesma participação na produção de biodiesel atual, de 77 por cento.
O consumo de diesel já misturado com o biodiesel no Brasil deverá atingir 90 bilhões de litros em 2030, segundo as entidades, ante os atuais cerca de 60 bilhões, considerando o crescimento anual de consumo de 3,9 por cento nos últimos anos.

Vendas de diesel no Brasil em julho caem 5%, diz ANP (Reuters 24/08)

As vendas de óleo diesel no Brasil caíram 5 por cento em julho ante o mesmo mês de 2015, para 29,5 milhões de barris, segundo dados publicados nesta quarta-feira pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Já as vendas de gasolina, no mesmo período, subiram 0,6 por cento, para 21,6 milhões de barris.


Abastecimento de combustíveis está normal apesar de greve na BR Distribuidora, diz ANP (Reuters 15/08)

O abastecimento de combustíveis está normal em todo o Brasil, apesar da greve dos trabalhadores da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, iniciada nesta segunda-feira, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A agência afirmou que está monitorando a greve em contato permanente com os agentes do mercado, e acrescentou que tomará todas as medidas necessárias para garantir o abastecimento nacional.
A paralisação teve início nesta segunda-feira, com a adesão de oito Estados, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo no Rio de Janeiro (Sitramico-RJ), Ligia Arneiro.
Procurada, a Petrobras Distribuidora, como é formalmente conhecida a BR, afirmou "que adotou as providências necessárias para garantir o suprimento de combustíveis com segurança a sua rede revendedora e demais clientes".
Os empregados protestam contra a decisão da petroleira de vender parte relevante da subsidiária, com o objetivo de arrecadar recursos, enquanto administra uma de suas piores crises financeiras da história.
No modelo de venda da BR, haverá uma estrutura societária que envolverá as classes de ações ordinárias e preferenciais, de forma que a Petrobras permaneça majoritária no capital total, mas com uma participação de 49 por cento no capital votante. Os funcionários entendem que está havendo uma privatização.
Até o momento, segundo Ligia, houve adesão de bases de distribuição da BR em Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Sergipe, Amazonas, parte de São Paulo e Rio de Janeiro. Para terça-feira, está prevista a incorporação dos Estados do Maranhão, Ceará e Rio Grande do Norte.
Ligia explicou que ainda é cedo para falar em desabastecimento, porque os postos podem ser abastecidos por outras companhias concorrentes da BR Distribuidora.

Latam Airlines diz que viu sinais recentes de recuperação "tímida" no Brasil (Reuters 12/08)
A Latam Airlines, maior companhia aérea da América Latina, disse que embora o mercado brasileiro permaneça lento, a empresa viu alguns sinais "tímidos" de recuperação nas semanas recentes em voos internacionais.
"Com relação ao segmento internacional, ainda estamos vendo fraqueza no Brasil, embora nas últimas semanas a tendência tenha começado a mudar", disse o vice-presidente de planejamento e malha, Roberto Alvo, em teleconferência com investidores nesta sexta-feira, após os resultados do primeiro semestre.
"Mas ainda há um longo caminho para voltar aos níveis de antes da crise".

Lucro da CCR cai 20,7% no 2º tri, com queda no tráfego e dívida mais cara (Reuters 11/08)
A CCR viu seu lucro líquido do segundo trimestre cair 20,7 por cento sobre um ano antes, refletindo queda no tráfego das rodovias administradas pela companhia e maior custo de serviço da dívida.
De abril a junho, o lucro da concessionária somou 145,7 milhões de reais. O tráfego nas rodovias da CCR foi 2,6 por cento menor do que em igual etapa de 2015.
Operacionalmente, a companhia obteve um avanço anual de 13,6 por cento no Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), para 960,2 milhões de reais, refletindo em parte maior controle de custos. E a margem Ebitda ajustada subiu 0,7 ponto percentual, para 60 por cento.
Mas o aumento do custo médio da dívida, reflexo de uma Selic média mais alta, num momento de consumo intenso de recursos para investimentos em concessões como o Metrô Bahia, o BH Airport e a MSVia pesaram na última linha.

Segundo o gerente de relações com investidores da CCR, Marcus Macedo, os custos financeiros mais elevados devem ser compensados em parte na segunda metade do ano por maiores receitas desses projetos.
No trimestre, a CCR investiu o equivalente a 1,2 bilhão de reais. O plano de investir 5,8 bilhões de reais em 2016 está mantido e mais da 50 por cento desse montante deve ser consumido na segunda metade do ano.
"O segundo semestre deve ter cronograma de investimentos mais pesado por razões sazonais", disse Macedo à Reuters.
A receita líquida da companhia no trimestre subiu 12,3 por cento sobre um ano antes, para 1,6 bilhão de reais.
Segundo o executivo, dados mais recentes de atividade nas rodovias mostram uma estabilização do tráfego, em parte devido a maior movimento de veículos comerciais envolvidos com exportação e o agronegócio.
"Talvez ainda seja cedo para dizer que se trata de uma tendência, mas não temos visto uma deterioração adicional do tráfego", disse o executivo.
De acordo com Macedo, a CCR tem interesse em participar nos leilões dos aeroportos de Fortaleza (CE), Salvador (BA), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS), que o governo federal tem sinalizado que vai licitar. "Vamos olhar tudo", disse.


Transportadoras de grãos da Argentina encerram greve (Reuters 22/07)
O setor de transporte rodoviário da Argentina fechou um acordo com o governo sobre as taxas de fretes, informou o sindicato de transportes Fetra nesta sexta-feira, colocando fim a uma greve que já durava quatro dias, que começou a desacelerar as exportações de milho.

Os detalhes do acordo ainda estavam sendo definidos, mas o porta-voz do Fetra, Edgardo Aniceto, disse em mensagem por email que um esboço de acordo havia sido alcançado, permitindo que caminhoneiros retomassem o trabalho.
"Um acordo com autoridades nacionais foi alcançado, justificando o fim da greve," disse o comunicado.
A Argentina, potência de grãos da América do Sul, é a terceira maior exportadora mundial de milho.
A greve das transportadoras, que começou na segunda-feira, impactou duramente a oferta de milho, uma vez que os estoques já estavam escassos devido às fracas condições para a colheita.
O setor havia pedido um aumento de 31 por cento nas tarifas de transporte. Aniceto disse em uma entrevista por telefone que o rascunho do acordo prevê um aumento de 23,3 por cento.
"Há muito trabalho para ser feito hoje", disse ele, acrescentando que os carregamentos de milho que estavam retidos estavam rapidamente sendo levados aos portos para serem embarcados.

Anac autoriza reajuste em tarifas de aeroporto de Brasília, taxa de embarque sobe 8% (Reuters 22/07)
A Agência Nacional de Aviação Civil autorizou reajuste de 8 por cento nas tarifas de embarque em voos domésticos e internacionais e nas taxas de conexão no aeroporto de Brasília, segundo decisão publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira.
A tarifa de embarque para voos domésticos subiu para 20,45 reais, enquanto a taxa para destinos internacionais foi para 36,19 reais. Já a tarifa de conexão por passageiro avançou a 9,42 reais.
A Anac também reajustou outras tarifas do aeroporto administrado pela concessionária Inframérica, da holding argentina Corporación América.



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