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                 Notícias Importantes


Já estão na Agenda de Eventos do Guia Log, todos os cursos do IMAM de 2019 (Vitrine 12/12)
O IMAM divulgou a relação de todos os seus cursos previstos para acontecerem em 2019, com as datas de realização dos mesmos ao longo do ano.
A temporada de cursos inicia-se em fevereiro, mas os interessados em participar, já podem reservar suas participações a partir de agora.
Destaque para o curso de PDM - Padrão de Descrição de Material, que aborda um assunto da moda para as corporações, já que as mesmas almejam a redução do cadastro.
"Acertando suas descrições, eliminam duplicidades e muitas vezes multiplicidades, fazendo assim o Saneamento do Cadastro", comentou Marcos Valle Verlangieri, consultor especialista em PDM e professor do curso.
"Pelo histórico dos trabalhos de Saneamento do Cadastro nas empresas, chegamos aos números médios de 10% na redução dos itens ativos do cadastro e 20% na redução no valor do estoque.
Colocando estes números na realidade da sua empresa, poderá sentir a economia que será obtida, sobrando assim mais dinheiro para investimentos e crescimento", destacou Verlangieri.
O consultor e professor comentou ainda que a economia também acontecerá pela redução de custos operacionais (administração, compras e logística), redução do capital de giro, redução do lead time em compras e vendas, melhoria da rastreabilidade na cadeia de abastecimento, redução ou mesmo fim das devoluções e não conformidades e com material bem identificado, acabam erros de classificação fiscal e assim o risco de autuações.



Justiça do RJ ordena redução do pedágio da Via Dutra; concessionária vai recorrer (Reuters 10/12)

A Justiça Federal no Rio de Janeiro anulou nesta segunda-feira os efeitos de reajustes das tarifas de pedágio cobrados na rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo e Rio de Janeiro e é administrada pelo grupo CCR.
A decisão acatou ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que questionava reajustes aplicados pela concessionária nos anos 2010 e 2011. A medida determina a imediata redução das tarifas de todas as praças de pedágio da Novadutra.
Segundo o MPF, a concessionária Novadutra, controlada pela CCR, e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) foram condenadas a recalcular os reajustes de 2010 e 2011 considerando a aplicação da cláusula 57 do Contrato de Concessão, mantendo a aplicação do IPCA a partir de 2012, bem como a implementar imediatamente as tarifas de 2018 resultantes dos recálculos. O órgão não informou para quanto os valores de pedágio devem ser reduzidos.
Para o MPF, desde 2010 a tarifa dos pedágios na via tem sido indevidamente majorada. Os procuradores defendem que após obras de recuperação feitas pela ANTT naquele ano, as cláusulas de reajuste de pedágio deveriam ter mudado, o que não aconteceu.
Segundo a Justiça Federal, ANTT e concessionária entenderam equivocadamente pela manutenção da fórmula de reajuste. “Esta conduta causou consideráveis prejuízos aos usuários, que foram onerados por estas resoluções que não atendem aos limites contratuais e nem à forma necessária para a alteração”.
Procurada, a ANTT não se manifestou de imediato.
Em nota, a CCR Novadutra afirmou que a NovaDutra vai apresentar recurso contra a decisão, que deve ser suspensa até que o Tribunal Regional Federal da 2ª Região aprecie a questão.


ANTT autoriza início das obras de duplicação na rodovia Transbrasiliana (Reuters 06/11)

A operadora de concessões de infraestrutura Triunfo informou que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou nesta nesta quarta-feira aval para início das obras de duplicação na rodovia Transbrasiliana, uma das maiores do país.
A autorização vale para os Lotes 1, entre os quiômetros 0 e 52, e 3, entre os quilômetros 162 e 195 da rodovia, sob a concessão da Transbrasiliana Concessionária, controlada pela Triunfo.
Principal ligação do Meio-Norte com o Centro-Sul do país, a Transbrasiliana é a quarta maior rodovia do Brasil, indo da cidade de Marabá (PA) a Aceguá (RS), com 4.355 quilômetros de extensão.


Preço da gasolina nos postos cai 0,3% na semana; etanol e diesel também recuam (Reuters 05/11)
O preço médio da gasolina nos postos no Brasil caiu 0,3 por cento na semana passada ante a semana anterior, para 4,709 reais por litro, mostraram dados publicados nesta segunda-feira pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O recuo aconteceu após a Petrobras realizar cortes importantes no preço da gasolina nas suas refinarias nas últimas semanas.
Em 31 de outubro, a empresa cortou o preço médio da gasolina nas refinarias em 6,2%.
O repasse dos reajustes da Petrobras aos consumidores depende de distribuidores, revendedores, impostos, além da mistura obrigatória de etanol anidro na composição da gasolina vendida nos postos.


Consórcio da Embraer está na lista de finalistas para fornecer navios à Marinha brasileira (Reuters 17/10)

A Embraer anunciou nesa quarta-feira que um consórcio do qual faz parte é finalista em um programa para fornecer quatro navios à Marinha do Brasil, disse que a fabricante de aeronaves brasileira em comunicado nesta quarta-feira.  
O consórcio Águas Azuis, formado pela Embraer Defesa e Segurança e a alemã Thyssenkrupp Marine Systems, foi incluído na lista dos finalistas para o Programa Corvetas da Classe Tamandaré.
“Estamos confiantes de que a nossa oferta supera as necessidades de uma Marinha moderna, hoje e no futuro, ao mesmo tempo em que garantimos a produção local assim como a gestão e o suporte do ciclo de vida”, disse Jackson Schneider, presidente da Embraer Defesa e Segurança, em comunicado.


Governo do Paraná decreta intervenção de concessão da Rodonorte, diz CCR (Reuters 05/10)
O governo do Paraná publicou na noite de quinta-feira decreto declarando intervenção no contrato de concessão da Rodonorte, subsidiária da CCR no Estado, disse a empresa em fato relevante.
O decreto estabelece que a intervenção do governo, realizada por intermédio do Departamento de Estrada de Rodagem do Estado, terá prazo de duração inicial limitado a 180 dias, disse a CCR.
“Como interventor, foi nomeado o Coronel PM Guilherme Teider Rocha, sendo que não estão compreendidos nos poderes a ele atribuídos o exercício de atos de gestão da Rodonorte”, disse a CCR, acrescentando que vai adotar com a Rodonorte as “medidas necessárias à defesa de seus interesses e direitos contratualmente assegurados”.

Preço do diesel nos postos sobe 3,4% na semana passada, mostra ANP (Reuters 10/09)
O preço médio do diesel nos postos de combustíveis do Brasil subiu 3,4 por cento na semana passada ante a semana anterior, em sua segunda alta semanal consecutiva após a Petrobras elevar o combustível em 13 por cento, em média, em suas refinarias a partir de 31 de agosto.
O diesel —combustível mais consumido do país— teve um valor médio nos postos brasileiros de 3,489 reais por litro na semana encerrada em 8 de setembro, ante 3,373 reais na semana anterior, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Na semana encerrada em 25 de agosto, o diesel nos postos brasileiros foi comercializado a 3,371 reais por litro.
A forte elevação do diesel nas refinarias ocorreu como parte de uma nova fase do programa de subsídio ao combustível do governo federal, que determinou uma elevação do preço a ser praticado pelas empresas que aderiram ao plano.
O programa de subsídio ao diesel foi criado pelo governo federal como uma resposta a uma histórica greve de caminhoneiros em maio, que protestou contra os altos preços do combustível, provocando graves danos à economia brasileira.
Petrobras, produtores e importadores de diesel que aderiram ao plano devem congelar preços de acordo com orientações da ANP e serão posteriormente ressarcidas em até 30 centavos de reais por litro, dependendo de condições de mercado.
A elevação do valor a ser praticado pelas empresas, segundo a ANP informou anteriormente, refletiu o fortalecimento das cotações internacionais do produto e também do câmbio. São esperados reajustes mensais dos preços estabelecidos pelo programa até o fim do ano.
                                                              GASOLINA E ETANOL
A gasolina, por sua vez, registrou média nos postos brasileiros de 4,525 reais por litro na semana passada, alta de 1,8 por cento sobre a semana anterior, segundo a ANP.
Ao contrário do diesel, que tem seus preços congelados nas refinarias, devido ao programa de subsídios, a gasolina da Petrobras permanece sofrendo ajustes quase diários nas refinarias, seguindo indicadores internacionais, como o preço do barril do petróleo e o dólar, conforme a empresa busca rentabilidade.
O etanol hidratado, concorrente direto da gasolina nas bombas, por sua vez, registrou média nos postos de 2,69 reais por litro na semana passada, alta de 2,4 por cento na mesma comparação, segundo mostrou a pesquisa da ANP.

Tabela de frete rodoviário reduz cargas em portos do Brasil, diz ABTP (Reuters 06/09)
A política de preços mínimos de frete rodoviário está reduzindo o volume de carregamentos nos portos brasileiros, já que os produtores e exportadores têm dificuldade para conseguir transporte com o custo mais alto, de acordo com o presidente da associação de portos do país.
O governo instituiu preços mínimos de frete acima da taxa anterior do mercado como parte do acordo para encerrar a paralisação dos caminhoneiros em maio.
A nova política já diminuiu as cargas nos portos em julho e agosto, disse o diretor-executivo da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), José Di Bella Filho, em entrevista à Reuters nesta quinta-feira.
Na quarta-feira, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou uma nova tabela de fretes rodoviários com impacto médio de alta de 5 por cento.
Os custos mais altos pesam para as contas de agricultores e exportadores. Em muito casos, as baixas margens deixam “inviável” o transporte de produtos agrícolas para os portos, disse Di Bella.
“A margem que ele tinha, para fazer logística, inviabilizou a negócio dele. Então o exportador perdeu competitividade, perdeu a sua condição de fazer aquele negócio. Deixou de comprar o produto do campo. Com isso, ele não cumpriu compromissos dele no destino, e o porto brasileiro fica sem receber carga”, disse Di Bella.

Os integrantes da ABTP operam cerca de 70 por cento das cargas dos portos brasileiros, de acordo com Di Bella.
As empresas estão procurando alternativas para os fretes rodoviários depois dos protestos dos caminhoneiros. O transporte marítimo de cabotagem no Brasil disparou, disse ele.
Porém esse volume continua baixo em termos absolutos, já que o transporte porto a porto está legalmente restrito a um grupo relativamente pequeno de empresas que possuem navios com a bandeira do país, disse ele.
Di Bella enxerga os preços mínimos de frete e as restrições do transporte porto a porto como uma parte de uma longa lista de intervenções governamentais no setor que deveriam ser eliminadas, para atrair mais investimentos e expandir a capacidade portuária do Brasil.
A ABTP se reuniu com representantes de cinco candidatos à Presidência que lideram a corrida eleitoral para pressionar pela desregulamentação e por menos burocracia.
Uma rodada de investimentos na capacidade de embarque de grãos nos portos pelo Brasil está terminando, e o país precisar começar uma nova onda de investimentos para suprir as suas necessidades em cinco a dez anos, conforme as colheitas crescem e a demanda continua a aumentar, disse Di Bella.
Por exemplo, a produção de grãos na região agrícola do Matopiba, nos Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, está em crescimento e precisa de equipamentos melhores e mais berços em portos, como Itaqui e Ilhéus, disse ele.



Greve dos caminhoneiros pressiona CCR no 2º trimestre (Reuters 14/08)

A greve dos caminhoneiros de maio no Brasil fez o lucro da CCR encolher mais do que a metade no segundo trimestre, em meio à queda no tráfego das rodovias administradas pela empresa e aos efeitos subsequentes da isenção da cobrança de eixos suspensos.
A operadora de concessões de infraestrutura, incluindo rodovias, aeroportos e estruturas de mobilidade urbana, anunciou nesta terça-feira que seu lucro líquido no período somou 277,7 milhões de reais, queda de 58,4 por cento contra um ano antes.
Em termos ajustados, sem a inclusão de novos negócios e efeitos não recorrentes, o lucro somou 300,9 milhões de reais, retração de 5,2 por cento ano a ano.
No segundo trimestre do ano passado, o resultado da empresa tinha sido fortemente fortalecido por receitas extras após a compra de participações nas concessionárias ViaQuatro e ViaRio.
Mesmo com a queda de 5,5 por cento do tráfego das rodovias de abril a junho, a receita líquida da CCR teve alta anual de 1,7 por cento. No entanto, o resultado operacional da companhia no período medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado somou 1,07 bilhão de reais, declínio de 34,3 por cento contra um ano antes.
Ajustando por efeitos extraordinários, o Ebitda cresceu 1 por cento, para 1,09 bilhão de reais. A margem Ebitda nesta medição diminuiu 0,4 ponto percentual, para 58,3 por cento.
Segundo o gerente de relações com investidores da CCR, Marcus Macedo, só a isenção da cobrança de eixo suspenso de caminhões vazios, na virada de maio para junho, reduziu a receita da companhia em 25,9 milhões de reais no trimestre.
De acordo com o executivo, a compensação desses valores está sendo negociada com governos donos das concessões das rodovias para as quais a isenção foi decidida, por isso ainda esses valores não foram contabilizados.
A CCR fechou junho com uma alavancagem financeira medida pela relação entre dívida líquida sobre Ebitda de 2,7 vezes, nível superior ao índice de 1,8 vez um ano antes.
Macedo disse que a CCR deve participar de pelo menos mais duas licitações ainda em 2018, um da operação da Linha 15 do metrô, em São Paulo, e outra de um rodovia no Sul do país.

Infraero prepara venda de metade do capital por cerca de R$14 bi, diz presidente (Reuters 14/08)
O presidente da estatal federal de serviços aeroportuários Infraero, Antônio Claret de Oliveira, disse nesta terça-feira que a empresa está com planos prontos para vender 49 por cento do capital por meio de uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) ou a venda para um sócio estratégico.
“O projeto está praticamente pronto”, disse Oliveira durante evento do setor de infraestrutura. No entanto, o executivo afirmou que o projeto só deve ser apresentado ao próximo presidente da República, a ser eleito em outubro.
Segundo ele, a venda de 49 por cento do capital da companhia por IPO ou venda a um sócio estratégico deve render cerca de 14 bilhões de reais.
Como parte dos esforços para tornar a empresa, outrora monopolista do setor aeroportuário brasileiro, Oliveira revelou planos para enxugar ainda mais o quadro de funcionários e elevar receitas.

ANP quer pagar logo subsídios ao diesel, mas esbarra em checagem de dados (Reuters 13/08)
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) busca pagar “o mais rápido possível” valores atrasados referentes ao programa de subsídio ao diesel, mas tem esbarrado em dificuldades relacionadas à checagem de dados, afirmou nesta segunda-feira o diretor-geral da autarquia, Décio Oddone, durante evento no Rio de Janeiro.
Até o momento, a agência aprovou apenas o pagamento de duas empresas, referente à primeira fase do programa, de 30 de maio a 7 de junho. Ainda assim, só pagou a Refinaria de Petróleo Riograndense, com 114,9 mil reais a receber.
Sete empresas, incluindo a Petrobras, habilitaram-se para essa primeira fase programa de subsídio ao diesel, que foi criado como resposta do governo federal aos protestos históricos dos caminhoneiros, em maio, contra os altos preços do combustível.
A Dax Oil teve documentos aprovados, mas posteriormente detectou-se um problema de cadastro, e a empresa também aguarda para receber pouco mais de 6 mil reais, segundo a ANP.
A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), que representa nove empresas independentes, vem reclamando da demora para pagamentos, alegando que o atraso pode trazer insegurança ao mercado.
O programa prevê que as empresas inscritas pratiquem preços estipulados pelo governo e sejam ressarcidas por possíveis perdas, dependendo de condições do mercado.
Oddone afirmou que a autarquia está trabalhando para realizar os pagamentos, mas encontra dificuldades relacionadas aos cálculos e às checagens de um grande número de dados, incluindo “dezenas de milhares” de notas fiscais.
“Estamos falando de dinheiro público. A responsabilidade de repassar recursos públicos para privado é grande. Ela não pode ser feita de forma leviana, rápida e inconsequente”, disse Oddone, após apresentar uma palestra em evento do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), no Rio de Janeiro.
Oddone não quis fazer qualquer tipo de previsão para o pagamento dos subsídios.
No caso das duas refinarias que já tiveram seus pagamentos aprovados, Oddone falou que foi possível verificar as informações rapidamente. Já o pagamento das outras participantes do programa, como a Petrobras, Oddone afirmou: “depende de dados que a gente recebe do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), da Receita... estamos trabalhando para pagar o mais rápido possível”.
O diretor-geral também não quis fazer previsões referentes aos pagamentos correspondentes à segunda fase do programa (de 8 de junho a 31 de julho). A terceira fase teve início neste mês.
                                                 TRANSPARÊNCIA DE PREÇOS
Outro resultado da greve dos caminhoneiros em maio foi a conclusão da ANP de que é necessário buscar maior transparência de preços de combustíveis praticados no país.
Oddone reiterou que prevê concluir até o fim de setembro uma nova resolução que exigirá maior transparência de agentes do mercado, como a Petrobras, que deverá publicar preços praticados em todos os seus pontos de venda, toda vez que forem alterados, e não mais a média aritmética que costuma informar.
Outras empresas do setor também terão de ser mais transparentes, disse Oddone, evitando entrar em detalhes sobre o que será decidido.
“As regras vão respeitar as particularidades de cada um”, afirmou.
Uma minuta da nova resolução deverá ser colocada em consulta pública ainda neste mês, conforme previsto anteriormente.
“Uma das coisas que a gente está discutindo para a resolução é a obrigatoriedade da (publicação da) informação do preço final pelos postos”, disse Oddone, dizendo que atualmente os postos podem informar os preços em programa da ANP de forma voluntária.
Oddone também afirmou ainda não ter descartado a possibilidade da realização de um mega leilão de petróleo ainda neste ano, que prevê ofertar áreas excedentes ao chamado contrato da cessão onerosa, da Petrobras, e tem enfrentado dificuldades para ser viabilizado.
O leilão precisa da aprovação de uma lei no Congresso. No entanto, senadores decidiram não aprovar uma urgência para a votação.
Oddone afirmou que a agência precisa de pelo menos quatro meses para realizar o possível leilão, assim que for liberado pelo governo federal.


Tecnologia para logística e transportes será um dos destaques da Logistique 2018 (Vitrine 31/07)

A tecnologia está por tudo, não há como negar. Em Santa Catarina, o setor já representa 5,6% do PIB do Estado e coloca os municípios de Florianópolis (4º), Blumenau (5º) e Joinville (7º) entre os primeiros colocados no ranking de faturamento nacional. E, é claro, o importante setor de logística não fica de fora deste cenário, já que, cada vez mais, utiliza destes recursos para aumentar a eficiência e reduzir a complexidade dos processos.
Estas soluções ganham um espaço especial na edição 2018 da Feira Logistique, a segunda maior do segmento no País, entre os dias 23 e 25 de outubro, na Expoville, em Joinville. “Não existe mais sobrevivência sem o uso de tecnologias. O desafio é torná-las aplicáveis em sua totalidade, gerenciáveis e muitas vezes conseguir viabilizá-las. E foi pensando nisto que a Logistique abrirá espaço para o segmento que a cada momento desponta com atualizações, mais facilitadas, simplificadas e que podem beneficiar, e muito, o mercado da logística”, destaca Leonardo Rinaldi (foto), Diretor da Logistique.
Marcas como M&O Sistemas, GKO Informática, Gestran Software de Transportes, Capo Tecnologia e Serviços de Engenharia, Opentech, Dotse Desenvolvimento e comércio de Software e Logcomex são alguns dos nomes que já confirmaram participação no evento, apresentando soluções como serviços em nuvem que apoiem a relação embarcador-transportador-destinatário; gerenciamento de frotas; carga e descarga automatizada de caminhões, entre outras soluções.
                                                          Vitrine
Eventos como a Logistique são uma verdadeira vitrine e, usualmente, colocam frente a frente empresas e profissionais que ofertam e procuram por bens e serviços. Pensando na importância de estimular a promoção e difusão da tecnologia, o espaço TI Display será uma área para exposição com investimento reduzido e com estrutura completa para empresas e Startups.
Para participar deste espaço as empresas/soluções devem atuar exclusivamente nas áreas de logística, intralogística, transporte multimodal de cargas e comércio exterior. “As Startups têm apresentado cada vez mais soluções inovadoras para este segmento. Assim, conseguiremos reunir uma maior oferta de soluções aos visitantes, para as mais variadas necessidades tecnológicas em logística”, destaca Rinaldi.
A Logistique – Feira de Logística e Negócios Multimodal, ocorre de 23 a 25 de outubro, das 14h às 21hs, no Centro de Exposições Expoville, em Joinville – SC.
Mais Informações e reservas acesse  www.logistique.com.br


Petrobras tem estoques para enfrentar greve após protestos de caminhoneiros limitarem fluxos (Reuters 29/05)

A Petrobras conta com grandes estoques de combustíveis em suas refinarias para enfrentar uma greve de 72 horas a partir de quarta-feira, após os protestos de caminhoneiros reduzirem fortemente as saídas dos produtos das unidades desde o início da semana passada, disseram uma fonte da empresa e a própria federação dos petroleiros.
“O que posso dizer é que nossos estoques estão abarrotados e entupidos porque muita coisa não saiu das refinarias”, afirmou a fonte, na condição de anonimato, em referência aos protestos de caminhoneiros que ocorrem em grande parte do Brasil desde o dia 21 de maio, prejudicando o abastecimento nos postos.
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) convocaram a categoria para uma greve nacional de advertência de 72 horas. Entre as reivindicações, os sindicalistas colocam a redução dos preços dos combustíveis e a saída do presidente da Petrobras, Pedro Parente.
Além das refinarias, os trabalhadores devem aderir ao movimento nas plataformas de petróleo, terminais da Transpetro e térmicas, entre outras unidades.
Normalmente, a Petrobras coloca equipes de contingência para evitar impactos significativos na produção durante as greves.
Com os protestos de caminhoneiros entrando no nono dia nesta terça-feira, no entanto, havia alguma preocupação de que a greve dos petroleiros pudesse ter um impacto maior do que o registrado historicamente.
Contudo, a própria FUP anunciou que o movimento não deverá trazer problemas para a população.

 






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