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PDM

                                                    
                             
                 Notícias Importantes

IMAM realiza em 01/06 mais um curso aberto de PDM (Vitrine 10/05)
O IMAM realizará no próximo dia primeiro mais um curso on-line aberto de PDM - Padrão de Descrição de Materiais e PDS - Padrão de Descrição de Serviços.
"Será a chance para os profissionais de materiais interessados neste assunto tão atual e moderno, em termos de redução de custos para as empresas, com técnicas para a correta caracterização de materiais, evitando assim compras erradas, divergências, autuações por classificação fiscal errada, custo de transporte em devoluções, etc.", comentou Marcos Valle Verlangieri, professor do curso e especialista em PDM/PDS.
Além de professor, Verlangieri é consultor em projetos de Materiais com ênfase em PDM.
O curso tem a duração de 1 dia com 8 hs de carga horária.

Mais detalhes poderão ser vistos na Agenda de Eventos do portal Guia Log.  



Concessionárias de pedágio pleiteiam repassar prejuízos da pandemia aos usuários de estradas (Transvias 10/05)
Na última quinta-feira (06/05), a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), realizou audiência pública com o objetivo de tornar conhecido a coleta de sugestões e contribuições, ao processo de elaboração da metodologia para o cálculo dos impactos causados pela pandemia de coronavírus no âmbito dos contratos de concessão de infraestrutura rodoviária sob gestão da ANTT, bem como da disciplina da respectiva recomposição do equilíbrio econômico-financeiro.
A Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado do Paraná – FETRANSPAR, ao lado de representantes da NTC&Logística e da Confederação Nacional do Transporte (CNT) acompanhou a apresentação feita pelo órgão e rechaçou qualquer proposta que possa trazer mais oneração ao setor de transporte. “Todos os setores, todo o país, todo o Globo teve e está tendo prejuízos com a pandemia. Por que o pedágio quer dividir com a sociedade o seu eventual desequilíbrio? Por acaso quando ocorreu faturamento acima em anos anteriores, foram chamadas audiências públicas para redução de tarifa?”, indagou o presidente da FETRANSPAR e do Sest Senat no Paraná, Coronel Sérgio Malucelli, destacando ainda que “os contratos assinados são de risco e as empresas sabem disso. Além do mais, a pandemia não foi só prejudicial a setor A ou B é unanimidade em toda a economia. Não podemos absorver prejuízos eventuais oriundos das empresas de pedágio”.
                                    Não há espaço para aumento de tarifas
Ainda em abril, a FETRANSPAR já havia manifestado preocupação com a discussão aberta pela ANTT, uma vez que o setor de transporte de cargas também vem sofrendo as consequências da pandemia, assim como todos os outros setores da Economia.
“É hora das concessionárias que administram estradas, também assumirem o papel de empresas, não entendendo o negócio somente como mera exploração de rodovias, mas sim como um sistema que faz parte da economia. E para que elas possam ter seus negócios saudáveis, é necessário que outros setores também estejam saudáveis”, disse o presidente da FETRANSPAR, ainda no mês passado quando o assunto começou a ganhar campo.
Na visão do representante do setor de transportes de cargas do Paraná, as com concessionárias devem buscar outras formas para ajustar suas eventuais perdas. “O Governo Federal já divulgou pacotes de auxílio para o setor privado. É dessas decisões que as empresas devem buscar apoio e não repassar seus prejuízos aos usuários, até porque não se trata de algo pontual em suas estradas. Vivemos uma pandemia. Todos, empresas e cidadão estão sendo impactados por este virus. Entendemos que assim como todos os empresários, os donos de pedágio também estão preocupados. Mas é hora de usar do bom senso, e a ANTT também deveria ir pela mesma linha de repensar pedidos desta natureza”, finaliza Malucelli.



Log-In Logística Intermodal marca presença no WOW Summit 2021 (Vitrine 05/05)
A Log-In Logística Intermodal, empresa 100% brasileira de soluções logísticas, movimentação portuária e navegação por cabotagem e longo curso, está presente no WOW Summit 21, evento que reúne grandes nomes do mercado de customer experience (CX) do Brasil e exterior. O Diretor de Atendimento e Inovação, Felipe Gurgel, foi convidado para contar a história de evolução da Log-In e compartilhar o início da jornada de centralidade no cliente e transformação digital na companhia.
Durante a entrevista, conduzida por Francisco Zapata, head de Customer Centricity, da consultoria Rokkets, Gurgel explicou como funciona a cabotagem, principal negócio da Log-In, falou sobre os desafios da experiência do cliente no mercado B2B e como a cultura voltada para o cliente tem sido um direcionador estratégico nas tomadas de decisões da companhia.
“Estamos passando por uma verdadeira mudança cultural na Log-In com o envolvimento direto de toda a liderança. Hoje, já desenvolvemos produtos customizados e realizamos um atendimento personalizado. Queremos que os clientes tenham uma ótima experiência conosco, desde o primeiro contato, passando pela venda até o pós-venda”, destacou o diretor.
Disponível em uma plataforma digital até dia 28 de julho, o evento conta com a participação de representantes de grandes empresas, como: Ambev, Electrolux, Bayer, Natura, Bradesco, entre outras. O evento funciona sob demanda e é possível criar sua própria programação, podendo assistir aos conteúdos como e onde quiser. São entrevistas e palestras exclusivas com mais de 50 nomes do mercado de customer experience, nacionais e internacionais, trazendo as principais discussões e tendências do universo de CX.



Volkswagen prepara lançamento comercial do Delivery elétrico (Vitrine 03/05)
O Volkswagen e-Delivery, primeiro caminhão elétrico 100% desenvolvido e testado no Brasil, deve ter seu lançamento em escala comercial ainda este ano, apesar da pandemia. Com autonomia de 200 quilômetros e capacidade de carga entre 9 e 11 toneladas, ele chegará equipado com um motor elétrico produzido pela WEG de 109 cv de potência e 50,1 kgfm de torque e transmissão automática.
O sistema elétrico é alimentado por baterias de lítio-ferro-fosfato (LFP) importadas da China pela Moura com tempo para recarga completa estimado em três horas.
São mais de 100 avaliações rumo ao lançamento, desde temperaturas extremas até análises de interferências eletromagnéticas, que vão corresponder ao equivalente a cerca de 400 mil quilômetros para comprovar a eficiência e a confiabilidade do veículo em todo tipo de condição.
“O mercado já conhece a confiabilidade e robustez da nossa marca e nossa rede de concessionárias. O lançamento do caminhão elétrico segue o mesmo rigor de todos os nossos veículos para garantir a segurança necessária na operação com o melhor consumo de energia e confiabilidade do produto. Ao mesmo tempo, avançamos em toda a preparação na infraestrutura da fábrica e treinamento de toda a cadeia envolvida no negócio para a estreia comercial com a responsabilidade que todos já conhecem da VW Caminhões e Ônibus”, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da montadora.
Por trás de toda essa pesquisa e desenvolvimento, está a maior frota de protótipos elétricos para testes em andamento no país e uma equipe de mais de 50 profissionais envolvidos diretamente na execução, aquisição de dados e avaliação dos resultados. Ao longo desses dois anos e meio, veículos elétricos VW rodam com mais de 250 pontos de instrumentação para monitorar o desempenho específico de cada novo componente.
Para enriquecer o resultado, os caminhões e-Delivery percorrem rotas na cidade de São Paulo, mas também na região da fábrica no Sul Fluminense, com condições reais de tráfego. Além disso, todo o trabalho é acelerado com simulações no campo de provas do centro mundial de desenvolvimento da VWCO, localizado na fábrica, em Resende (RJ).
Uma infraestrutura de carregadores de alta potência, com diferentes modelos, foi montada para dar suporte à validação e aos testes num ritmo acelerado. Os veículos rodam 24 horas por dia em três turnos, sete dias por semana, com o objetivo de acumular a máxima quilometragem antes de chegarem definitivamente nas mãos dos clientes e às ruas.
Além de inúmeros novos testes de segurança e específicos para os sistemas de alta tensão do veículo, desenvolvidos seguindo os mais rigorosos padrões internacionais, o elétrico da VWCO passa por avaliações tradicionais de desenvolvimento, durabilidade e desempenho, assim como em qualquer novo modelo da marca. Todo o trabalho é feito para garantir o lançamento com a responsabilidade que sempre rege a atuação da VW Caminhões e Ônibus.





Brasil não renovará pacto de transporte naval com Argentina e Uruguai (
Reuters 03/05)
O governo
brasileiro decidiu não renovar os acordos bilaterais para transporte marítimo que mantém há décadas com Argentina e Uruguai.
Entre outras coisas, os pactos estipulam que a movimentação de mercadorias entre portos dos países signatários deve ser feita, de preferência, em navios registrados em uma destas nações. O acordo assinado com a Argentina, terceiro maior parceiro comercial do Brasil, está em vigor desde 1985. Já o pactuado com o Uruguai, desde 1976. Ambos preveem a hipótese de cancelamento unilateral, bastando, para isso, que uma das partes comunique sua intenção antecipadamente.
Segundo dados da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, cerca de 46% de todos os produtos que o Brasil exportou para a Argentina, em 2019, foram transportados por via marítima. No caso do Uruguai, este percentual ficou na casa dos 40%.
A decisão brasileira já foi notificada às autoridades dos dois países. E não é inédita. Em 2020, o Brasil não renovou o convênio que mantinha com o Chile desde 1974. Além dos acordos com Argentina e Uruguai (ainda em vigor), o Brasil mantém tratados semelhantes com a Alemanha, Argélia, Bulgária, China, França, Polônia, Portugal e Rússia.
Com o fim dos acordos, o Brasíl reduz reserva de mercado, ampliando a competitividade no setor. “Constatamos que há uma reserva de mercado, uma imposição de barreira geográfica que restringe a competição entre as empresas, limitando a capacidade dos usuários escolherem seus fornecedores, além de outros efeitos que acabam por onerar o frete”, afirmou a secretária-executiva do Conselho Nacional das Zonas de Processamento e Exportação, do Ministério da Economia, Natasha Martins do Valle Miranda, em um debate que o Instituto Besc de Humanidades e Economia realizou no mês passado.
Segundo Natasha, os acordos contribuem para encarecer o valor dos custos de transporte de mercadorias entre os países signatários o que, segundo ela, motivaram a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade a defender o fim dos acordos.
“Além das questões concorrenciais, nossa análise é baseada nos princípios e ordenamentos da OCDE. Todos sabem que tanto o Brasil quanto a Argentina pleiteiam uma vaga na organização. E caso um dos dois a consiga, não poderemos manter este acordo. Logo, nós, do governo como um todo, temos que olhar para a OCDE a fim de deixar nosso ordenamento [jurídico] mais perto do que a organização dispõe”, acrescentou a secretária.
                                                                                            Repercussão
O diretor do Departamento de Navegação e Hidrovias do Ministério de Infraestrutura, Dino Antunes Dias Batista, disse, durante o debate, que a pasta defende a manutenção dos acordos bilaterais desde, pelo menos, 2015, quando o governo brasileiro passou a discutir a revogação do tratado com o Chile.
“Desde lá, o ministério tem feito uma defesa bastante firme pela manutenção destes acordos. Porque, no nosso entendimento, eles permitem uma regularidade fundamental para a logística”, disse Batista ao sustentar que os acordos cumprem o objetivo de desenvolver o intercâmbio comercial entre os países signatários.
“Porém, não estamos sozinhos no governo. Existe toda uma discussão, bastante aprofundada. E o governo recebeu muitas demandas de usuários. E os principais usuários da navegação de grande cabotagem [entre países vizinhos] explicitaram que querem o fim destes acordos”, acrescentou o direto. “Acabar com um acordo destes é muito simples, é relativamente rápido, mas retomá-los é muito complicado. Se errarmos a mão, será muito difícil voltar atrás.”
Consultado pela Agência Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento se manifestou favorável à decisão. Segundo o coordenador de logística do Departamento de Análise Econômica e Políticas Públicas, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Carlos Alberto Nunes, a medida faz parte de um “processo contínuo de revisão das relações comerciais do Brasil com seus vizinhos”.
“Estamos com estes acordos [em vigor] há muitas décadas e seus balizadores estão defasados. Hoje, há uma variedade de produtos, de navios com diferentes configurações, legislações distintas para operação das embarcações. Logo, é necessário ajustar estes parâmetros e não vejo muita dificuldade em fazermos estes ajustes”, disse Nunes ao sugerir que novos acordos podem vir a ser negociados em breve, em outros termos.
“[Enquanto isso] O transporte de mercadorias poderá ser feito por navios de qualquer bandeira, o que é positivo, pois estimula a concorrência entre as empresas de navegação, o que pode resultar em menores custos logísticos, o que é bom para todos”, acrescentou o representante do Mapa.
Para a Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac), a decisão do governo não leva em conta a importância dos acordos para todo o setor associado à navegação marítima. “Encerrando o acordo, entregaremos as cargas hoje operadas pelas empresas brasileiras a companhias estrangeiras que atuam no mercado internacional”, sustentou a entidade, em nota enviada à Agência Brasil.
Segundo a Abac, cerca de 20% de toda a carga movimentada em contêineres pelo conjunto das empresas brasileiras de navegação têm como origem ou destino portos argentinos ou uruguaios. Movimentação que, de acordo com a entidade, ajuda a fortalecer a navegação costeira entre portos brasileiros – atividade que o governo pretende estimular por meio do chamado Programa de Incentivo à Cabotagem (BR do Mar), objeto do Projeto de Lei nº 4199/2020, que tramita no Congresso Nacional em regime de urgência.
“A decisão [de não renovar os acordos] certamente deveria ser revista para que a tomada de decisão fosse baseada em números concretos e projeções de mercado, bem como na importância de investimentos em navegação no Brasil, em lugar de entregar um mercado para empresas estrangeiras que não geram empregos, não recolhem tributos e impostos no país e, na sua maioria, utilizam embarcações operando em registros abertos, que têm custos operacionais significativamente menores”, defendeu a Abac.
Já para a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), o fim dos acordos, se concretizado, será positivo. “Esta é uma prioridade do setor industrial, pois trata-se uma demanda da nossa base em função das deficiências nas áreas de logística e infraestrutura, que figuram como um dos principais entraves para o melhor desempenho do comércio exterior brasileiro”, sustenta a entidade. Para a confederação, os acordos são “instrumentos defasados” que desestimulam a competição e contribuem para o aumento dos custos.
“O fim das políticas de reserva de carga no transporte marítimo é relevante para aumentar a competitividade do comércio exterior brasileiro e a integração internacional da economia. No setor de transporte internacional, a experiência tem demonstrado que o que reduz fretes e aumenta o nível de serviços é a competição”, acrescenta a entidade.
Na Argentina, armadores classificaram como “lamentável” a exclusão da navegação de grande cabotagem do rol de serviços contemplados em regimes especiais de tratamento como forma de promover a integração regional.



Governo leiloa hoje trecho de ferrovia na Bahia (Reuters 08/04)
O governo federal vai leiloar hoje (8) um trecho da Ferrovia de Integração Oeste/Leste, entre Ilhéus e Caetité, na Bahia. Chamado de Fiol 1, o trecho de 537 quilômetros de extensão entre as duas cidades poderá transportar mais de 50 milhões de toneladas de carga em 2035, conforme expectativas do governo.
De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a concessão vai destravar o projeto, algo considerado fundamental para transformar a logística no estado. Além disso, contribuirá com a meta de ampliar a participação ferroviária na matriz de transportes do Brasil.
O vencedor do certame ficará responsável pela finalização do empreendimento e operação do trecho, em uma concessão que vai durar por 35 anos, totalizando R$ 3,3 bilhões de investimentos. Desse total, R$ 1,6 bilhão serão utilizados para a conclusão das obras, que estão com 80% de execução. Nas contas do governo federal, a concessão da Fiol vai permitir a criação de 55 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo da concessão.
A expectativa é a de que o T aerorecho 1 (Ilhéus-Caetité) comece a operar em 2025, já transportando, segundo estudos, mais de 18 milhões de toneladas de carga, entre grãos e o minério de ferro produzido na região de Caetité. O minério de ferro compõe a maior parte da carga a ser transportada no trecho, mas também serão transportados alimentos processados, cimento, combustíveis, soja em grão, farelo de soja, manufaturados, petroquímicos e outros minerais.
                                                                                            Outros trechos
O governo também pretende projetar a concessão de outros dois trechos: a Fiol 2, entre Caetité (BA) e Barreiras (BA), com obras em andamento, e a Fiol 3, de Barreiras (BA) a Figueirópolis (TO), que aguarda licença de instalação por parte do Ibama.
Será, de acordo com o ministério, um corredor de escoamento que terá 1.527 quilômetros de trilhos, ligando o porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município de Figueirópolis (TO), ponto em que a Fiol se conectará com a Ferrovia Norte-Sul e o restante do país.



Governo levanta R$3,3 bi em leilão de aeroportos; CCR leva blocos Sul e Central, Vinci fica com Norte (Reuters 07/04)
O governo federal levantou 3,3 bilhões de reais no leilão para concessão à iniciativa privada de 22 aeroportos nesta quarta-feira, com ágios elevados em relação aos valores mínimos, mas com participação modesta de estrangeiros na disputa que teve como principal vencedora a brasileira CCR.
Com oferta de 2,88 bilhões de reais, a CCR levou a concessão de 9 terminais do bloco Sul, o mais cobiçado, ante valor mínimo de 130,2 milhões. A oferta superou as propostas feitas pela espanhola Aena e pelo Infraestrutura Brasil, do Pátria.
A oferta de 754 milhões de reais da CCR também foi a vencedora do Bloco Central, com 6 aeroportos, ante mínimo de 8,1 milhões. A empresa superou proposta feita pelo consórcio Central Airports, formado por Socicam Infraestrutura e o fundo de investimento XP Infra III.
A francesa Vinci, que já opera o terminal de Salvador, ficou com o bloco de sete terminais da região Norte, com lance de 420 milhões de reais, bem acima do mínimo de 47,8 milhões e que bateu seu único rival, o consórcio Aerobrasil, que ofereceu 50 milhões de reais.
O resultado, que inclui também investimento conjunto esperado para os três blocos de aeroportos de cerca de 6,1 bilhões de reais ao longo de 30 anos de concessão, foi celebrado pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, num momento em que o governo de Jair Bolsonaro tenta levar adiante sua agenda de privatizações para reanimar a economia atingida pelos efeitos da pandemia da Covid-19.
“O resultado foi extraordinário, considerando os efeitos da crise que atingiram o setor em cheio”, disse Freitas em coletiva de imprensa online após o leilão. “Os problemas conjunturais passam, os contratos vão permanecer e é bom perceber que os grupos estão enxergando as oportunidades e longo prazo.”
Para especialistas do setor, o ágio total de quase 18 vezes o mínimo definido no edital de fato surpreendeu, considerando o número relativamente limitado de concorrentes estrangeiros.
“A despeito da crise atual e dos potenciais efeitos de médio prazo da pandemia sobre o setor aeroportuário, prevaleceu o interesse das companhias que já operam no Brasil e que conhecem melhor o potencial de negócios no longo prazo”, disse à Reuters Ricardo Jacomassi, economista-chefe e sócio da TCP Partners.
O governo federal promove na quinta-feira o leilão de trecho da Fiol, ferrovia de 537 quilômetros na Bahia, para a qual espera investimento de 3,3 bilhões de reais num prazo de 35 anos. Na sexta será vez de cinco terminais portuários, quatro no Porto de Itaqui (MA) um em Pelotas (RS).
A expectativa do governo é de que as concessões de infraestrutura ao longo do atual governo, até ano que vem, tragam investimentos de 260 bilhões de reais nos próximos anos.
                                                             LOTES
O bloco Sul, que a CCR venceu por meio de sua subsidiária Companhia de Participações em Concessões, inclui os terminais de Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS).
A empresa também levou o Bloco Central, com os aeroportos de Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís e Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE). A CCR já é operadora do aeroporto de Confins (MG) em parceria com a europeia Flughafen Zürich.
Segundo o presidente-executivo da CCR, Marco Cauduro, como tem cerca de 5 bilhões de reais em caixa, a companhia não deve ter dificuldades para financiar o pagamento da outorga.
“E o resultado de hoje não muda nosso plano de participar em outras licitações”, disse o executivo da companhia, que também opera concessões de rodovias e de mobilidade urbana.
O bloco Norte, arrematado pela Vinci, contém os terminais de Manaus, Tabatinga e Tefé (AM), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), e Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC).
Segundo Julio Ribas, executivo da Vinci, a companhia vê possibilidade do terminal de Manaus se tornar um hub para interligar o Brasil a outros países da América Latina.
Ele citou entre os atrativos do aeroporto amazonense seu potencial para cargas e passageiros. “Manaus é o terceiro maior terminal de carga do país, com 120 mil toneladas por ano”, disse ele, acrescentando que o volume é três vezes maior que o movimentado em Salvador.
“Temos apetite para participar em novos leilões de aeroportos”, acrescentou o executivo.
Após o primeiro leilão de aeroportos do governo - o último tinha sido em 2017 -, o ministro da Infraestrutura estimou que a próxima licitação no setor ocorra no primeiro semestre de 2022, envolvendo os dois terminais mais cobiçados pelo mercado, o de Congonhas (SP) e o do Galeão (RJ).


Log-In realiza operação inédita na Argentina (Vitrine 25/03)
A Log-In Logística Intermodal, empresa 100% brasileira de soluções logísticas, movimentação portuária e navegação por cabotagem e longo curso, vem ampliando suas operações no terminal de TecPlata, localizado no Porto de La Plata, em Buenos Aires. No início deste mês foi realizado o primeiro serviço de transbordo de carga da Log-In com dois navios operando simultaneamente, o que possibilitou a conexão marítima entre o porto de Assunção, no Paraguai, e o porto de Santos.
Numa operação inédita, a carga saiu na barcaça Independiente, da armadora Independencia Shipping Line (ISL) do porto de Assunção, atravessou o Rio Paraná e chegou ao terminal de Tecplata, onde atracou simultaneamente com o navio Log-In Jacarandá. Logo em seguida, foi realizada a transferência dos contêineres para o navio da Log-In, que seguiu viagem no mesmo dia em direção ao Brasil, proporcionando vantagens em custos, eficiência e transit time mais rápido para o nosso cliente.
“Essa operação foi um marco para o trade Mercosul e atestou o nosso alto nível de serviço. Seguimos acreditando no potencial da região e nas alternativas que geramos para estimular a competitividade de importadores e exportadores”, destacou o gerente do escritório regional da Log-In em Buenos Aires, Marcelo Oliveira.
Desde 2019, a Log-In escala o terminal de TecPlata regularmente com os navios Log-In Jacarandá, Log-In Jatobá e Log-In Endurance. A conexão marítima na Argentina com carga vinda do Paraguai permite que os contêineres dos navios da Log-In sejam transferidos para navios menores que farão a travessia do Rio Paraná até chegar ao porto de Assunção e vice-versa.
Já na rota Paraguai, mantemos uma parceria com a armadora Independencia Shipping Line (ISL), desde o ano passado, para atender ao porto de Assunção a cada quinze dias. Para viabilizar esse serviço, são dedicados três navios de menor porte, apropriados para navegação fluvial, com capacidade total de 510 TEUs. Os clientes que possuem cargas com destino ao Paraguai são atendidos pelo escritório da Log-In em Buenos Aires e pelo agente da empresa no Paraguai, a Trade Paraguay.



Investimento em aviação regional pode chegar a R$ 1 bilhão em 2 anos
  (Notícias ao Minuto 23/03)
Com a promessa de expandir a aviação regional, os investimentos do Ministério da Infraestrutura no (Minfra) no setor, entre 2019 e o final de 2021, vão chegar a quase R$ 1 bilhão em equipamentos de navegação aérea, reforma e construção de novos aeroportos, nas cinco regiões do país. Segundo a pasta, os recursos direcionados por meio da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) e da Infraero, contemplam 112 municípios.
O objetivo é aumentar a conectividade e possibilitar a ampliação da oferta de voos em todas as 27 unidades da federação. “O governo federal está viabilizando uma grande transformação no setor aéreo, com a melhoria da infraestrutura, do ambiente de negócios e com a desburocratização de processos, buscando ampliar a presença desse modal no interior do Brasil”, destacou o secretário executivo do MInfra, Marcelo Sampaio.
A meta do governo é chegar em 2025 com 200 cidades oferecendo voos regulares. Em 2019, havia 128 aeroportos brasileiros operando de forma regular, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A partir de 2020, a pandemia afetou a oferta de voos. Atualmente, apenas 96 localidades estão sendo atendidas, por conta das restrições e da queda de demanda. Com a diminuição do fluxo de passageiros, o MInfra tem buscado acelerar obras de reforma e ampliação em diferentes aeroportos.
“Temos o desafio urgente e global de superar a pandemia e, num segundo momento, de retomar o crescimento da aviação em nosso país”, destaca o secretário nacional de Aviação Civil do MInfra, Ronei Glanzmann. Parte da estratégia, lembra o secretário, depende de equipamentos adequados e obras de modernização da infraestrutura. Por isso, a ordem no ministério é focar no trabalho para permitir, superados os desafios sanitários, que cada vez mais brasileiros tenham acesso ao transporte aéreo.
A Região Amazônica, com muitos municípios isolados e sem ligação rodoviária é a prioridade. Desde 2019, cerca de R$ 200 milhões estão sendo destinados para obras e aquisição de equipamentos em 25 aeroportos, localizados no interior de Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso e Pará.
Além disso, uma parceria público-privada (PPP) está em fase de estruturação para qualificar oito aeroportos do Amazonas (Parintins, Carauari, Coari, Eirunepé, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Lábrea e Maués), que devem receber R$ 380 milhões em investimentos a partir de 2022. O modelo será o de concessão patrocinada, prevendo a ampliação, manutenção e exploração dos aeroportos, por gestor privado, com objetivo de melhorar a infraestrutura e a prestação dos serviços. O modelo de PPP deve ser replicado também para outros estados do Norte.
Com licitações autorizadas pelo governo federal em 2020, a expectativa é de construção do novo terminal de passageiros do Aeroporto de Oiapoque (AP), além da reforma e ampliação do Aeroporto de Barreiras (BA), construção de cerca operacional e guaritas do Aeroporto de Barreirinhas (MA), ampliação e adequação do Aeroporto de Patos (PB), implantação de novo terminal de passageiros e ampliação da área operacional do Aeroporto de Santo Ângelo (RS), e da aquisição de equipamentos para o Aeroporto de Cascavel (PR).
“A aquisição de sistema de segurança, já autorizada por meio de licitação, deve beneficiar o Aeroporto de Jericoacoara (CE). Há previsão ainda de ampliação e adequação do Aeroporto de Bom Jesus do Gurguéia (PI), aguardando licitação. A implantação de auxílios visuais à navegação aérea nos Aeroportos de Paracatu (MG) e Rio Verde (GO) estão com obras iniciadas. Os aeroportos de Valença (BA) e Feira de Santana (BA) também têm licitação em andamento para aquisição do Papi (Precision Approach Path Indicator), sistema que auxilia na navegação visual durante o pouso das aeronaves”, informou o ministério.
Parte dos investimentos na aviação regional do Brasil se dá por meio da Infraero. Entre 2019 e 2020, a estatal investiu mais de R$ 610 milhões para a melhoria da infraestrutura em 49 aeroportos da sua rede, incluindo terminais regionais e também de algumas capitais. De acordo com a Infraero, os recursos utilizados somente em aeroportos com perfil regional representaram 43,6% do total investido no biênio.
“Além dos investimentos feitos que permitiram mais conforto e segurança aos usuários nos últimos dois anos, também vamos investir outros R$ 365,1 milhões, entre 2021 e 2022, para melhoria operacional dos nossos aeroportos de capitais, como Congonhas, Santos Dumont, Belém, Manaus e outros. Soma-se a isso, o trabalho que a Infraero tem desenvolvido junto com os governos estaduais e prefeituras para desenvolvimento da aviação regional”, afirma o presidente da Infraero, Brigadeiro Hélio Paes de Barros.
Em 2021, a estatal vai destinar mais R$ 174,5 milhões para a conclusão de obras de reforma e ampliação dos terminais de passageiros de Navegantes (SC), Uberlândia (MG) e Montes Claros (MG); ampliação do pátio e da pista de pousos e decolagens de Foz do Iguaçu (PR), além de investimentos em Joinville (SC) e Petrolina (PE).
Aos investimentos feitos pelo governo federal, vão se somar recursos privados, a partir das concessões de aeroportos. Durante a 5ª rodada, em 2019, foram leiloados 12 aeroportos, sendo sete localizados no interior de Mato Grosso, Ceará, Paraíba e Rio de Janeiro. Os investimentos nos três blocos regionais são de R$ 3,5 bilhões.
Estão previstos R$ 6,1 bilhões em melhorias para o conjunto dos 22 aeroportos que vão a leilão pela 6ª rodada, marcada para 7 de abril próximo. Além de algumas capitais, serão contemplados 13 aeroportos do interior do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Acre, Amazonas, Maranhão e Pernambuco.
Já na 7ª rodada, com leilão no final do ano que vem, serão R$ 5,3 bilhões para 16 aeroportos, sendo nove regionais localizados no Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Pará.


Scania vai paralisar produção por 10 dias por causa da pandemia, diz sindicato  (Notícias ao Minuto 23/03)
Após a Volkswagen, a Scania vai paralisar a produção de veículos em São Bernardo do Campo (SP) por dez dias, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, que se reuniu para negociar com a montadora.
A parada nas atividades ocorre devido ao agravamento da pandemia e à lotação de UTIs em diversas cidades do país.
Segundo o sindicato, a fábrica irá funcionar até esta quinta-feira (25), depois suspende as atividades e só retomará a produção no dia 5 de abril, após a Páscoa.
A montadora de caminhões e ônibus é a segunda companhia da região do ABC a anunciar a suspensão das atividades neste período.
Na sexta-feira (19), a Volks confirmou interrupção da operação fabril de quarta (24) ao dia 5 de abril, totalizando 12 dias.
A empresa tem fábricas nas cidades paulistas de São Bernardo do Campo, Taubaté e São Carlos, além de uma planta em São José dos Pinhais (PR).
A Volkswagen também atribui a paralisação à piora na pandemia, com aumento da taxa de ocupação dos leitos de UTI nos estados.
"A empresa adota esta medida a fim de preservar a saúde de seus empregados e familiares. Nas fábricas, só serão mantidas atividades essenciais", disse a montadora em nota.
Em abril do ano passado, a crise de Covid alterou toda a cadeia produtiva de veículos, levando à suspensão das linhas de montagem de todas as marcas no Brasil. O setor de automóveis viveu seu pior momento industrial desde a década de 1950.
Após o anúncio de paralisação da Volkswagen, aumentou a pressão pela parada total na região. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC afirma que continua em negociação com as demais empresas da região.
A GM já havia paralisado a produção do Onix, o carro mais vendido do país, por falta de peças. A previsão era que a fábrica de Gravataí, onde o modelo é produzido, retornasse em junho. A montadora, porém, adiou a volta para o mês seguinte, julho.

 

NovaAmérica realiza leilão de equipamentos agrícolas (Vitrine 19/03)
A  NovAmérica, empresa com atuação no mercado sucroalcooleiro, coloca à venda 44 veículos da frota própria até o dia 24 de março. Os interessados podem oferecer lances por meio do Superbid Marketplace.
Os lotes eram utilizados para suporte na produção agrícola e serão renovados. Há opções de carros, máquinas pesadas e utilitários, com valores entre R$ 2,2 mil e R$ 84 mil.
Os tratores Valtra Bh 210, 4x4, ano 2014, são os destaques do leilão. Cada um será leiloado por valores a partir de R$ 84 mil. Também da marca Valtra, tratores Bh 180, 4x4, ano 2011, estão à venda a partir de R$ 42 mil. Uma colhedora de cana recebe lances a partir de R$ 45 mil. Um caminhão Guindauto Mercedes Benz, ano 1996, pode ser arrematado por R$ 75 mil. Também há opções de transbordos usados para transporte de cana picada a partir de R$ 6 mil.
Todos os lotes podem ser visitados na cidade de Tarumã, na Região Oeste do Estado de São Paulo, mediante agendamento prévio, pelo e-mail cac@superbid.net.
O Leilão NovAmérica ocorrerá em– 24 de março, às 15h


IMAM realiza mais um curso on line de PDM (Vitrine 09/03)
O IMAM realizará no próximo dia 11, mais um cusro on line de PDM - Padrão de Descrição de Materiais e PDS - Padrão de Descrição de Serviços. Mantendo para todos os seus cursos regulares, o sistema de EAD - Ensino À Distância, desde o início da pandemia da Covid 19, o IMAM realizará o primeiro do ano sobre PDM.
Conforme o professor e consultor especialista em PDM, Marcos Valle Verlangieri, é muito importante os profissionais de Materiais, se atualizarem com esta técnica, que permitirá ganhos para a empresa, conforme Verlangieri explica:
"Utilizando a técnica de PDM no cadastro de materiais, a empresa fará o Saneamento do mesmo, gerando uma economia média de 20% na redução do estoque e de em torno de 10% na redução dos itens Ativos do cadastro. Fora isto, facilita a mecanização do sistema de Materiais, reduz custos em geral como do capital de giro imobilizado, redução de lead times de compras e de vendas, unificação de sistemas e diminuição ou mesmo zera os problemas de devoluções por não conformidades".
É um curso objetivo de 1 dia com 8 hs de duração. Ainda dá tempo de se inscrever e participar da sua cidade.
Mais detalhes poderão ser vistos na Agenda de Eventos do portal Guia Log.  



Boeing 737 MAX é seguro para retornar ao serviço na Europa, afirma regulador (Reuters 27/01)

O Boeing 737 MAX está seguro para retornar ao serviço na Europa, disse a Agência de Segurança da Aviação da União Europeia (EASA) nesta quarta-feira, suspendendo a proibição de voos que durou 22 meses após dois acidentes com o jato que causaram 346 mortes.
“Temos plena confiança de que a aeronave é segura, que é a pré-condição para dar nossa aprovação. Mas continuaremos a monitorar as operações do 737 MAX de perto enquanto a aeronave retoma o serviço”, disse o diretor executivo da EASA, Patrick Ky.
“Paralelamente, e por nossa insistência, a Boeing também se comprometeu a trabalhar para aprimorar ainda mais a aeronave no médio prazo, a fim de atingir um nível de segurança ainda maior”, afirmou.



Preços do petróleo sobem com queda em estoques compensando preocupação com Covid (Reuters 27/01)
Os preços do petróleo subiam nesta quarta-feira, com o Brent ultrapassando 56 dólares por barril após dados da indústria mostrarem queda inesperada nos estoques nos Estados Unidos, o que compensou preocupações com a demanda devido aos casos de coronavírus, que ultrapassaram a marca de 100 milhões no mundo.
O Instituto Americano do Petróleo (API) disse que os estoques da commodity nos EUA recuaram em 5,3 milhões de barris, enquanto analistas esperavam um aumento.
O petróleo Brent subia 0,32 dólar, ou 0,57%, a 56,23 dólares por barril, às 8:32 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava 0,27 dólar, ou 0,51%, a 52,88 dólares por barril.



Chamado de greve dos caminhoneiros ganha apoio de confederação CNTTL (Reuters 26/01)
O movimento para uma greve dos caminhoneiros na próxima semana ganhou adesão da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL), uma das principais entidades da categoria no país.
A instituição, filiada à CUT, informou nesta terça-feira que apoia a greve nacional convocada por organizações menores há algumas semanas para 1º de fevereiro, por tempo indeterminado. A CNTTL afirma que tem 800 mil motoristas em sua base e que orienta todos a aderirem à paralisação.
O porta-voz da CNTTL, Carlos Alberto Litti Dahmer, presidente do Sinditac (Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga) de Ijuí-RS, e vice-presidente da CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), disse que a categoria não suporta a “insensibilidade” do governo de Jair Bolsonaro e do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre reivindicações do setor.
“Lamentável o reajuste da Tabela do Piso Mínimo de Frete, realizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)”, disse Dahmer em comunicado. “Hoje temos um piso mínimo da fome. Vamos dar um basta nisso. Vamos cruzar os braços no dia 1º.”
“Tivemos um reajuste de 2,51% que é ínfimo. Só para se ter ideia, o preço do pneu teve aumento nos últimos três meses de mais de 60%, seja nacional ou importado”, acrescentou.
Questionada, a CNTTL informou que não pretende promover atos específicos no dia marcado para o início da greve, mas que Dahmer vai mobilizar a adesão de outros caminhoneiros. Mas a entidade não soube precisar qual será o nível de adesão da fragmentada categoria à paralisação.
O Ministério da Infraestrutura afirmou em comunicado que não aceita receber para negociar nenhuma entidade que fale em indicativo de greve e que “nenhuma associação isolada pode reivindicar para si falar em nome do transportador rodoviário de cargas autônomo e incorrer neste tipo de conclusão compromete qualquer divulgação fidedigna dos fatos referentes à categoria”.
Segundo a pasta, “há uma agenda permanente de diálogo com as principais entidades representativas da categoria por meio do Fórum do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), além de reuniões constantes com lideranças da categorias”.
O ministério disse ainda que o fórum, cuja última edição foi organizada em setembro, seguida por reuniões online em dezembro, “tem sido o principal canal interativo entre governo e o setor e que qualquer associação representativa que deseje contribuir para formular política pública pode requerer a sua participação para discutir eventuais temas de interesse da categoria”.
Em 2018, uma greve de caminhoneiros, que contou com apoio de empresários do setor de transportes, paralisou o país por 11 dias em maio, gerando impactos na economia que perduraram ao longo de todo aquele ano.
O movimento foi encerrado após o governo de Michel Temer ceder à pressão dos motoristas e aceitar criar uma tabela de frete mínimo, que passou a enfrentar oposição do setor produtivo, com a disputa em torno da legalidade da criação da tabela ficando parada no STF desde então.
Procurada, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) não comentou o assunto.
O governo de Jair Bolsonaro fez ao longo dos últimos meses algumas concessões aos motoristas, entre elas a inclusão da categoria na lista do grupo de prioridades para receber vacinas contra Covid-19. Quando era pré-candidato ao Palácio do Planalto, Bolsonaro apoiou a greve dos caminhoneiros de 2018.
Na semana passada, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que governo trabalhava na revisão de normas de pesagem de caminhões nas estradas para reduzir custos dos caminhoneiros e lembrou que o governo zerou imposto de importação de pneus.
Além da revisão do reajuste na tabela, os caminhoneiros cobram aprovação da constitucionalidade do mecanismo pelo STF e atribuem à atuação de plataformas digitais Frete-Brás, CargoX e TruckPad a “precarização da categoria pelo país”, disse a CNTTL.




Cursos 2021 do IMAM foram definidos (Vitrine 21/12)

Já estão disponíveis para consulta os cursos de 2021 do IMAM. O portal  Guia Log disponibiliza os na sua Agenda de Eventos.
Como destaque, o curso de PDM - Padrão de Descrição de Materiais, terá opção para ser feito em 4 datas durante o ano (12/03, 01/06, 21/09 e 01/12);
Ótima oportunidade de reciclagem profissional para ser feita em 2021, em várias áreas da logística.
A princípio todos serão on line por EAD – Ensino à Distância.


Consumo de gás natural no Brasil sobe 40% em outubro ante setembro, puxado por térmicas (Reuters 18/12)
O consumo de gás natural no Brasil avançou 39,6% em outubro ante o mês anterior, atingindo 72,86 milhões de metros cúbicos por dia, puxado por uma disparada na utilização pelo setor termelétrico, indicou a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) nesta sexta-feira.
Com um consumo de 31,73 milhões de metros cúbicos diários no mês, um crescimento de 129,1% na comparação mensal, a geração elétrica voltou a superar o segmento industrial como maior consumidor de gás natural no país, o que não acontecia desde janeiro.
O Brasil tem passado por um período longo de seca neste ano, o que reduz os volumes dos reservatórios das usinas hidrelétricas e força o acionamento do parque térmico para atendimento à demanda.
“O comportamento desse mês mostra a importância do gás natural para garantir a segurança energética”, disse em nota o presidente-executivo da Abegás, Augusto Salomon, que pediu por “térmicas a gás regionais na base... para garantir mais previsibilidade num plano de retomada de crescimento econômico sustentável.”
Na indústria, o consumo de gás natural teve alta de 2,9% em relação a setembro, para 27,73 milhões de metros cúbicos/dia, enquanto o segmento automotivo apurou aumento de 21,7%, a 6,5 milhões de metros cúbicos ao dia, chegando a superar o volume visto no mesmo mês do ano passado.
No geral, apesar do crescimento significativo ante setembro, o volume comercializado de gás seguiu 6,87% abaixo do verificado em outubro de 2019, segundo a Abegás. Os segmentos automotivo e de matéria-prima foram os únicos que apresentaram alta na comparação anual.
Em ano fortemente impactado pela pandemia de coronavírus, o consumo mensal de gás natural superou igual período do ano anterior somente em janeiro, quando os efeitos da crise sanitária e econômica ainda não atingiam o Brasil.
Para 2021, a Abegás projeta um ano de mais estabilidade no consumo, com melhora nos patamares conforme mais esclarecimentos a respeito do programa de vacinação contra a Covid-19 surgirem.
“A melhora do quadro sanitário é fundamental para firmar uma confiança dos agentes econômicos. O consumo de gás natural é um indicador que reflete o comportamento da economia”, disse Salomon.

Espanhola Sacyr arremata concessão de rodovia do Rio Grande do Sul (Reuters 18/12)
O consórcio Via Central, do grupo espanhol Sacyr, arrematou nesta sexta-feira a concessão da RSC-287, que interliga as cidades gaúchas de Tabaí e Santa Maria, informou a B3.
A vencedora ofertou tarifa de pedágio de 3,36 reais, deságio de 54,41% em relação à máxima definida no edital, que prevê duplicação dos 204,5 quilômetros da rodovia. O investimento privado será de 2,7 bilhões de reais pelo período de 30 anos.

 

FedEx tem salto no lucro com maior volume de entregas e taxas adicionais (Reuters 18/12)
A FedEx disse na quinta-feira que seu lucro trimestral quase dobrou depois que os aumentos nas taxas e o aumento do volume de entregas ajudaram a reduzir o custo do transporte de encomendas de comércio eletrônico.
O lucro líquido ajustado do segundo trimestre fiscal da FedEx saltou para 1,30 bilhão de dólares, ou 4,83 dólares por ação, de 660 milhões, ou 2,51 dólares por ação, um ano antes. A receita cresceu 19%, para 20,6 bilhões de dólares.
Analistas esperavam lucro de 4,01 dólares por ação e receita de 19,5 bilhões de dólares, de acordo com dados da Refinitiv.
A FedEx e a rival UPS adicionaram uma variedade de sobretaxas e aumentaram os preços para proteger o lucro enquanto lidam com volumes sem precedentes de encomendas durante a pandemia, além do pico tradicional na temporada de fim de ano.
O volume médio diário de pacotes da FedEx Ground, que conta com o Walmart entre seus principais clientes de varejo online, saltou 29%, para 12,3 milhões, durante o trimestre encerrado em 30 de novembro. A receita por pacote aumentou 7% para 9,42 dólares.
“Embora o ambiente geral permaneça incerto, esperamos um crescimento dos lucros na segunda metade do ano fiscal de 2021, impulsionado pela alta demanda antecipada por nossos serviços”, disse o vice-presidente financeiro da FedEx, Michael Lenz, em comunicado.

Leilão 77 de biodiesel negocia 1,176 bi l e preço cai mais de 20%, diz Abiove (Reuters 17/12)
O 77º leilão de biodiesel comercializou 1,176 bilhão de litros para atender a mistura obrigatória de 12% prevista para janeiro e fevereiro, e teve uma redução de preços de mais de 20% na comparação ao certame anterior, informou nesta quinta-feira a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).
Este foi o primeiro leilão após o setor ser atingido por uma baixa oferta de soja, principal matéria-prima para a produção de biodiesel, que levou o órgão regular a reduzir mistura no diesel temporariamente para 10%, no bimestre setembro/outubro, e para 11% em novembro/dezembro.
No leilão 77º leilão, que ainda não foi homologado pela reguladora ANP, houve um processo de retorno à normalidade, e haveria oferta para se fazer até mesmo um B14 (mistura de 14% de biodiesel), disse à Reuters o economista-chefe da Abiove, Daniel Furlan Amaral.
“Naturalmente, não se pode negar o efeito da oferta maior de biodiesel”, afirmou ele, acrescentando que a queda do preço no 77º leilão também se deve à esperada chegada da safra de soja do Brasil, a partir de janeiro, além de fatores cambiais.
Além disso, o Brasil está importando mais óleo de soja, especialmente da Argentina, após o governo ter autorizado o uso de matéria-prima importada para a fabricação de biodiesel.
No acumulado do ano de janeiro a novembro, as importações de óleo de soja somaram cerca de 160 mil toneladas, versus menos de 30 mil no mesmo período de 2019, com os argentinos ofertando mais de 120 mil toneladas e o restante chegando principalmente de indústrias paraguaias. A maior parte das importações ocorreu em outubro e novembro.
A redução da oferta de soja, em meio a preços recordes que acabaram atingindo o mercado de biodiesel em meses anteriores, ocorreu após uma forte demanda da China, que impulsionou as exportações brasileiras mais cedo no ano. O mercado do biocombustível também foi tumultuado pela pandemia em 2020.
A Abiove disse que, se repassada integralmente para o diesel B, a retração de preços do biodiesel permitiria a redução de 0,12 real/litro nos postos.
De outro lado, ressaltou o economista, o diesel fóssil na refinaria da Petrobras já acumula alta de 15% desde o início de novembro.
O comentário foi feito após integrantes do setor de combustíveis terem apontado que um dos fatores de alta do diesel foi o biodiesel mais caro, em meses anteriores.
O volume ofertado no leilão de biodiesel mostra que o setor está preparado para atender uma mistura de 13% a partir de março, acrescentou a Abiove.
Até 2023, a mistura obrigatória de biodiesel chegará a 15% (B15), conforme prevê a resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).
O setor ainda trabalha com projetos para elevação da mistura para 20% (B20) até 2028.

Embraer diz que Hungria assinou contrato para comprar dois KC-390 Millennium (Reuters 17/11)
A Embraer e o governo Húngaro assinaram nesta terça-feira contrato para a aquisição de duas aeronaves de transporte multimissão de nova geração Embraer C-390 Millennium, na configuração de reabastecimento aéreo (AAR), designado KC-390, disse a fabricante de aviões brasileira.
Em nota, sem detalhar valores do negócio, a Embraer acrescentou que estão contemplados no contrato treinamento de pilotos e técnicos, bem como outros serviços e suporte. As entregas estão programadas para começar em 2023.



Ecorodovias tem queda de 9,2% no tráfego no período de pandemia (Reuters 17/11)
A Ecorodovias verificou queda de 9,2% no volume de tráfego consolidado de suas rodovias de 16 de março a 15 de novembro, que reflete impactos da pandemia de Covid-19 no Brasil, frente a intervalo similar em 2019.
Tal desempenho sugere alguma recuperação frente ao declínio de 9,4% no período de 16 de março a 8 de novembro. [nS0N2HC02C]
Na rodovia dos Imigrantes, um dos principais ativos da empresa, a redução no tráfego passou de 10,7% para 10,4% na mesma base de comparação.



Preço do diesel nos postos do Brasil sobe na 1ª quinzena do mês, diz Ticket Log (Reuters 16/11)
O preço médio do diesel nos postos de combustíveis do Brasil avançou 0,8% na primeira quinzena de novembro em relação ao valor de fechamento de outubro, mas se manteve abaixo dos níveis verificados em igual período do ano passado, disse a Ticket Log nesta segunda-feira.
Segundo o Índice de Preços Ticket Log (IPTL), o valor médio do litro do diesel nos postos atingiu 3,713 reais nos quinze primeiros dias do mês. Na comparação anual, a queda é de 5,5%.
A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil que administra 1 milhão de veículos, afirmou que o valor do combustível mais consumido do país aumentou em todas as regiões no período.
Na última semana, a Petrobras elevou o preço do diesel em 5% em suas refinarias, no primeiro reajuste de novembro --que após um corte no valor do combustível no mês passado.
O repasse dos reajustes aos consumidores finais nos postos, no entanto, depende de uma série de fatores, incluindo margem de distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro.
O Brasil passa por um período de retomada no consumo de combustíveis, diante da flexibilização das medidas restritivas impostas em meio à pandemia de coronavírus. A BR Distribuidora, maior distribuidora de combustíveis do país, disse na semana passada que vê melhores volumes de vendas de etanol, gasolina e diesel no quarto trimestre.
De acordo com a Ticket Log, a região Norte possuía o diesel mais caro do Brasil na primeira quinzena de novembro, enquanto o menor preço estava no Sul. O Sudeste foi quem registrou o aumento mais acentuado nos valores médios, de 1,39%.
“Assim como o diesel comum, todas regiões brasileiras apresentaram aumento para o diesel S-10, que chegou a ficar 1,37% mais caro no Norte do país”, afirmou em nota o head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.




Demanda por voos da Azul estende retomada em setembro, mas ainda cai 59% ano a ano (Reuters 05/10)
A companhia aérea Azul informou nesta segunda-feira que seu tráfego de passageiros consolidado em setembro subiu 23,5% ante agosto, estendendo a recuperação dos últimos meses.
No entanto, o número ainda foi 59,4% menor do que em setembro de 2019, refletindo os efeitos devastadores das medidas de isolamento social tomadas desde março para conter a pandemia da Covid-19.
A oferta de assentos pela companhia em setembro foi 16% maior na base sequencial, mas 57,9% mais baixa do que um ano antes. Com isso, a taxa de ocupação de 80,2%, alta de 4,8 pontos percentuais sobre agosto e queda de 3,1 pontos ano a ano.


ANP aprova consulta pública sobre venda direta de etanol do produtor ao revendedor (Reuters 02/10)
A diretoria colegiada da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou na quinta-feira a realização de uma consulta pública de 45 dias sobre a possibilidade de venda direta de etanol do produtor ao revendedor, informou a reguladora nesta sexta-feira.
A proposta, que prevê a revisão de um artigo da Resolução 43/2009, visa flexibilizar as restrições de comercialização do biocombustível, reduzindo os custos das usinas, por meio da criação de distribuidor vinculado, disse a ANP.
O assunto é de interesse de distribuidoras como a BR, Ipiranga, do grupo Ultra, e Raízen, joint venture das companhias Cosan e Shell.
“O tema vem sendo amplamente discutido pela agência... o único obstáculo à implementação da medida é o eminente risco de desequilíbrio concorrencial originado do arranjo tributário vigente”, afirmou o órgão regulador em comunicado.
Atualmente, há tributações nas cadeias de produção e distribuição, e a retirada obrigatória do elo distribuidor poderia acarretar vantagem competitiva não isonômica e perdas significativas de arrecadação, segundo a ANP.
Para lidar com a questão, a agência propõe a criação do distribuidor vinculado, um novo agente regulado que seria cadastrado pelo órgão regulador e vinculado ao fornecedor de etanol.
“A ANP pretende dar mais opção aos agentes envolvidos na comercialização de etanol e elaborar norma mais aderente à prática do mercado, trazendo ganhos logísticos regionais e reduzindo custos regulatórios impostos ao mercado”, acrescentou a agência.
A audiência pública sobre o tema, a ser realizada por videoconferência, ainda terá sua data definida.






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